Reforma do FMI entra em vigor e aumenta representatividade do Brasil

O Congresso dos Estados Unidos ratificou e a última reforma do FMI, que havia sido concluída em 2010, saiu.

Segundo o vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, Paulo Nogueira Batista Jr., em artigo para o jornal O Globo, o Brasil é o segundo maior beneficiário das novas mudanças, passando de uma quota de 1,8% para 2,3%. O aumento fez o país passar do 14º para o 10º no ranking de países com mais poder de voto. Antes de 2010, a reforma de 2008 já havia aumentado a quota do Brasil em 0,4%.

As mudanças no FMI podem embasar argumentação a favor da política externa brasileira em relação à governança global.

 

 

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