O legado de Barack Obama

obama pb.jpegHoje foi empossado o 45º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Os desafios do novo mandatário da maior economia global serão muitos, tanto no âmbito doméstico quanto na esfera internacional. Quando Barack Obama assumiu a presidência, em 2009, ele também se viu diante de uma realidade complexa: grave crise econômica, duas guerras custosas em curso, crescente influência chinesa no mundo e deterioração da imagem internacional dos Estados Unidos. Com o fim do governo Obama, é importante olhar para o que foi conquistado nos últimos anos – e o que ficou faltando também.

Inserção internacional americana

Nos primeiros anos do seu governo, Obama buscou reaproximar-se do sistema internacional e apoiar-se novamente no multilateralismo de forma a tentar reconstruir a imagem internacional do país. A estratégia adotada por seu antecessor no seu primeiro mandato, conhecida como Doutrina Bush, havia dado espaço para impulsos unilaterais que, além de desestabilizar o sistema internacional, prejudicaram as relações dos Estados Unidos com outros países, inclusive com governos aliados. Apesar de uma tentativa de correção de curso no fim do governo Bush, essa nova trajetória foi consolidada apenas com Obama e com a redefinição, em bases multilaterais, da política externa americana. A Doutrina Obama, de 2010, consolidava essa nova visão de inserção internacional, focada na aplicação do “smart power” (combinação de hard power e soft power de forma a melhorar a relação custo-benefício), no multilateralismo (reconhecendo o processo de desconcentração do poder mundial) e no reforço do relacionamento com aliados (tradicionais e novos).

Dificuldades no Oriente Médio

Parte da nova política externa americana, mais cautelosa e, muitas vezes, hesitante, é entendida como uma reação à política empreendida anteriormente, uma forma de evitar os erros do passado. Os altos custos das Guerras do Iraque e do Afeganistão (tanto financeiros quanto pessoais) pesavam sobre o novo governo, que continuava incapaz de solucionar e terminar os conflitos. O Oriente Médio pode ser entendido, inclusive, como o grande fracasso do governo Obama. As promessas eleitorais de acabar com a presença militar no Iraque e no Afeganistão não foram cumpridas e a região passa hoje por instabilidades ainda maiores. O surgimento do Estado Islâmico no vácuo de poder deixado no Iraque e a necessidade de enviar tropas novamente para o país; a incapacidade de inviabilizar as ações do Talibã no Afeganistão e de retirar as tropas definitivamente; a crise humanitária na Síria e a indisposição em agir efetivamente no conflito; a constatação da Líbia como um estado-falido após as intervenções ocidentais; o silêncio sobre o grave conflito civil no Iêmen e sobre a participação saudita; além do fortalecimento da influência russa na região são algumas das grandes críticas feitas à política externa americana na região.

A parceria com Israel também passou por um momento delicado durante o governo Obama. As relações com o tradicional aliado foram abaladas tanto pela difícil relação entre o presidente americano e Benjamin Nethanyahu, primeiro-ministro israelense que assumiu no mesmo ano que Obama, quanto pela insistência americana na negociação de um acordo nuclear com o Irã, visto como ingênuo e perigoso pelo governo de Israel. Apesar da oposição e crítica de Israel, o acordo nuclear foi concluído após intensas negociações entre Irã, União Europeia e o grupo conhecido como P5+1 (os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU junto com a Alemanha). Mesmo com críticas internacionais e domésticas, o acordo foi anunciado como um grande triunfo do governo Obama na região, porém encontra-se ameaçado pela eleição do novo presidente, contrário aos termos do tratado.

Já em relação à situação Israel-Palestina, o desgaste foi nítido e as tentativas de negociar a paz sob o patrocínio norte-americano foram malfadadas. A intensificação das incursões militares israelenses, a expansão das ocupações judaicas em território palestino e o fortalecimento do Hamas na Faixa de Gaza são alguns dos resultados da deterioração ocorrida nos últimos anos. Uma das últimas ações do governo Obama em relação a Israel demonstram a profundidade da distensão entre os países. Os Estados Unidos abstiveram-se na votação no Conselho de Segurança da ONU sobre os assentamentos israelenses na Cisjordânia, revertendo, assim, a posição tradicional de usar o poder de veto contra propostas que condenassem Israel sobre esse tema.

Ásia e a contenção chinesa

Um dos grandes vetores da política externa do governo Obama foi sua estratégia para o continente asiático. Com o objetivo de conter a expansão da influência chinesa na região, a política “Pivot to Asia” procurou continuar o processo de aproximação dos Estados Unidos com os países da região do sudeste e leste asiático de forma a contrabalancear a crescente influência da China, principalmente no Mar da China. O reforço a parcerias tradicionais, como Japão e Coreia do Sul, foi acompanhado de novas parcerias, como o estabelecimento da cúpula anual com a ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) e a intensificação das relações com Indonésia, Vietnã e Singapura.

O grande projeto de Obama, contudo, foi a negociação da Parceria Transpacífico (TPP), ambicioso acordo de liberalização comercial liderado pelos Estados Unidos e Japão que inclui 12 países banhados pelo Oceano Pacífico. O acordo, assinado em fevereiro de 2016, reúne, sob o mesmo mercado, 40% da economia de bens mundial em diversas áreas, além de incluir provisões sobre regulamentação trabalhista, investimentos e proteção ambiental. Ao não incluir a China no projeto, a TPP também insere um importante componente geopolítico, agindo em prol da contenção chinesa na região. A assinatura foi considerada como uma vitória do governo Obama, apesar de ter sido amplamente denunciada durante a última campanha presidencial por Republicanos e Democratas, o que coloca em perigo a sua entrada em vigor.

Mas as relações com a China não foram somente conflituosas nesse período. Os dois países aproximaram-se em algumas temáticas, em especial em relação às mudanças climáticas. No fim de 2014, os dois países assinaram um acordo para a redução de emissões de gases poluentes considerado histórico: além dos Estados Unidos terem aumentado a sua meta de corte de emissão, o acordo bilateral determinava, pela primeira vez, uma data limite para o aumento de emissões chinesas. Esse acordo também foi visto como um impulso para as negociações que estavam ocorrendo no período para a criação do novo tratado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima que substituiria o Protocolo de Quioto. Assinado no fim de 2015, o Acordo de Paris entrou em vigor em novembro de 2016, após a ratificação de mais de 90 países, incluindo Estados Unidos e China, que também haviam acordado ratificar conjuntamente o tratado. Os dois países são os maiores emissões de gases causadores do efeito estufa atualmente.

América Latina

O continente americano, com pontuais exceções, não figurou entre as prioridades do governo Obama. Entre os grandes temas da política externa americana na região figuram a conturbada relação com a Venezuela, perpassada por acusações diversas e pela retirada mútua de embaixadores, e a reaproximação com Cuba, após anos de relações rompidas. As mudanças implementadas por Obama nas relações com a ilha caribenha foram o ponto alto de sua atuação na região, porém começaram de forma gradual, envolvendo, inicialmente, pequenas mudanças nas restrições impostas por Washington. Esse processo ganhou força em 2013 com o início de conversas secretas entre oficiais dos dois países para restaurar e normatizar as relações diplomáticas, o que ocorreu em julho de 2015. O marco histórico, apesar de importante para deixar pra trás esse resquício da Guerra Fria e para impulsionar transformações necessárias em Cuba, não conseguiu resolver duas questões importantes para a relação bilateral: o embargo econômico que, apesar de aliviado por medidas executivas, depende de autorização do Congresso americano para ser revertido; e o fim da atualização da base de Guantanamo Bay, uma das promessas de campanha do Obama que acabou não sendo cumprida, apesar dos esforços para a redução do uso da instalação.

A relação com o Brasil passou por momentos diversos durante os 8 anos da presidência de Obama. Antes da sua ascensão, os dois países passavam por uma tentativa de “reiniciar” as relações bilaterais, porém a crise de 2008 e a ascensão do Brasil no cenário internacional junto com os outros emergentes dificultaram o aprofundamento consistente dessa relação. No período Obama-Lula, questões pontuais como a possibilidade de retaliação devido ao contencioso do algodão, a crise constitucional em Honduras e a posição americana em relação ao acordo de Teerã (sobre o programa nuclear iraniano) provocaram tensões entre os países. Visando melhorar as relações, Brasil e Estados Unidos assinaram, em 2010, o Diálogo de Parceria Global, iniciando assim uma nova fase das relações bilaterais, mais madura. Esse momento de aproximação acaba perdendo força em 2013 devido a alguns fatores como a abstenção brasileira nas discussões relativas à Primavera Árabe, a promoção brasileira do “Responsibility While Protecting” como reação à doutrina americana “Responsability to Protect” e, principalmente, a crise da espionagem, quando foi divulgado que membros do governo brasileiro, inclusive a presidente, e empresas nacionais estavam sendo monitorados pelo governo americano. Após as revelações, as relações bilaterais chegaram a se tornar amenas, porém não retornaram a patamares anteriores. O processo de impeachment de Dilma não alterou a relação entre os países e os Estados Unidos manifestaram interesse em continuar as “fortes relações bilaterais” com o Brasil, porém não houve aproximação significativa nesse período, visto que, além da baixa prioridade da região, Washington já se concentrava no processo eleitoral.

Referências:

Obama’s Foreign-Policy Legacy: The Limits of American Restraint

Obama’s messy foreign policy legacy

Obama’s world: The President’s not-very-smart foreign policy legacy

The Legacy of Obama’s “Pivot” to Asia

The Obama Doctrine

Gabarito de Espanhol: Advérbios e expressões de tempo

¿Listos para las respuestas del desafío de ayer?

Completa estas frases con el adverbio de tiempo adecuado.

a) ¡No soporto más! Diariamente me toca a mí arreglar la oficina,  previamente al trabajo.
b) A veces tengo problemas con mis compañeros de trabajo.
c) Estos estudiantes son listos, ellos estudian diariamente .
ch) Mi hija tiene cinco clases de español semanalmente.
d) En mi último empleo tenía dos vacaciones pagadas anualmente.
e)  Raramente he tenido problemas con los vecinos, ellos son muy buenos vecinos.
f)  Solamente me gusta ir al cine y ver los estrenos de películas.

Escribe la letra correspondiente a la opción correcta.

#1. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una mayor frecuencia?
a. Ambos son iguales en frecuencia.
b. Siempre acabo de comer antes que mi hermano.
c. Frecuentemente acabo de comer antes que mi hermano

#2. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una mayor frecuencia?
a. Frecuentemente llego a tarde a clase.
b. Ambos son iguales en frecuencia.
c. Llego tarde a clase a menudo.

#3. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una menor frecuencia?
a. Ambos son iguales en frecuencia.
b. Casi nunca miro los mensajes del contestador.
c. Rara vez miro los mensajes del contestador.

#4. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una menor frecuencia?
a.Creo que a veces me miente.
b.Creo que me miente a menudo.
c.Ambos son iguales en frecuencia.

#5. – En una empresa hay una reunión de la dirección los lunes de 9 a 10. ¿Qué expresión de frecuencia es correcta para esta situación?
a.Cada lunes de 9 a 10.
b.Todos los lunes de 9 a 10.
c.Ambas respuestas son correctas.

#6. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una mayor frecuencia?
a.Ambas respuestas son correctas.
b.Pierdo las gafas de leer a menudo.
c.Pierdo las gafas de leer cada dos por tres.

#7. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a.Tenemos clases de baile dos veces en la semana.
b.Tenemos clases de baile dos veces a la semana.
c.Tenemos clases de baile dos vezes a la semana.
d.Tenemos clases de baile dos vezes en la semana.

#8. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a.Nunca casi leo novelas de amor.
b.Casi nunca leo novelas de amor.

#9. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a. Nunca discuto con mi mujer.
b. Discuto nunca con mi mujer.

#10. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a. No nunca abro las cartas que no son para mí.
b.No abro nunca las cartas que no son para mí.

Completa el texto con las siguientes palabras:

Veces – hace – mucho – veces – hace – primavera – altas – enero – noviembre – julio – todos

En Toledo, durante los meses de invierno (diciembre, enero y febrero) hace mucho frío, y algunas  veces nieva.

Durante la primavera (marzo, abril y mayo), suben mucho las temperaturas, y empieza a hacer buen tiempo.

En verano (junio, julio y agosto) hace mucho calor. Todos los días hace mucho sol y las temperaturas son muy altas.

En otoño( septiembre, octubre y noviembre), los días son mucho más cortos, el cielo está nublado y a veces llueve y hace viento.

Desafio de Espanhol: Advérbios e expressões de tempo

¡Hola! Volvimos hoy con preguntas sobre adverbios y expressiones de tiempo. ¿Sabes cómo usarlos en una frase?

¡Inténtalo!

Completa estas frases con el adverbio de tiempo adecuado.

a) ¡No soporto más! (siempre) me toca a mí arreglar la oficina, (antes) del trabajo.
b) (algunas veces) tengo problemas con mis compañeros de trabajo.
c) Estos estudiantes son listos, ellos estudian (todos los días).
ch) Mi hija tiene cinco clases de español a la (semana).
d) En mi último empleo tenía dos vacaciones pagadas al (año).
e) (casi nunca) he tenido problemas con los vecinos, ellos son muy buenos vecinos.
f) (único) me gusta ir al cine y ver los estrenos de películas.

Escribe la letra correspondiente a la opción correcta.

#1. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una mayor frecuencia?
a. Ambos son iguales en frecuencia.
b. Siempre acabo de comer antes que mi hermano.
c. Frecuentemente acabo de comer antes que mi hermano

#2. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una mayor frecuencia?
a. Frecuentemente llego a tarde a clase.
b. Ambos son iguales en frecuencia.
c. Llego tarde a clase a menudo.

#3. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una menor frecuencia?
a. Ambos son iguales en frecuencia.
b. Casi nunca miro los mensajes del contestador.
c. Rara vez miro los mensajes del contestador.

#4. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una menor frecuencia?
a.Creo que a veces me miente.
b.Creo que me miente a menudo.
c.Ambos son iguales en frecuencia.

#5. – En una empresa hay una reunión de la dirección los lunes de 9 a 10. ¿Qué expresión de frecuencia es correcta para esta situación?
a.Cada lunes de 9 a 10.
b.Todos los lunes de 9 a 10.
c.Ambas respuestas son correctas.

#6. – ¿Cuál de las siguientes oraciones indica una mayor frecuencia?
a.Ambas respuestas son correctas.
b.Pierdo las gafas de leer a menudo.
c.Pierdo las gafas de leer cada dos por tres.

#7. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a.Tenemos clases de baile dos veces en la semana.
b.Tenemos clases de baile dos veces a la semana.
c.Tenemos clases de baile dos vezes a la semana.
d.Tenemos clases de baile dos vezes en la semana.

#8. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a.Nunca casi leo novelas de amor.
b.Casi nunca leo novelas de amor.

#9. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a. Nunca discuto con mi mujer.
b. Discuto nunca con mi mujer.

#10. – ¿Cuál de las siguientes oraciones es correcta?
a. No nunca abro las cartas que no son para mí.
b.No abro nunca las cartas que no son para mí.

Completa el texto con las siguientes palabras:

Veces – hace – mucho – veces – hace – primavera – altas – enero – noviembre – julio – todos

En Toledo, durante los meses de invierno (diciembre, ——— y febrero) —– mucho frío, y algunas ——nieva.

Durante la ———- (marzo, abril y mayo), suben —— las temperaturas, y empieza a hacer buen tiempo.

En verano (junio, —— y agosto) hace  —– calor.  —— los días hace mucho sol y las temperaturas son muy ———-  .

En otoño (septiembre, octubre y —— ), los días son —– más cortos, el cielo está nublado y a —– llueve y  ——viento.

Workshop com Priscila Zillo: 3 Pilares da Preparação Otimizada

O blog Sapi tem um convite muito especial para você hoje: uma oportunidade que vai ajudar a melhorar o rendimento dos seus estudos e auxiliar na sua aprovação no Concurso de Admissão à Carreira Diplomática. Quem escolhe fazer o CACD sabe (ou descobre rapidinho) que é um dos concursos mais difíceis do país, tanto pelo nível do conhecimento cobrado quanto pelas diversas áreas exigidas nas provas. Por isso, uma preparação eficiente é essencial. Mas você acha que está se preparando da melhor forma possível? Acha que tem algo que precisa ser melhorado?

Priscila Zillo, diretora-geral do Curso Sapientia, trabalha há mais de 10 anos com preparação para concursos públicos e conhece as mais diversas preocupações dos candidatos, como, por exemplo:

– “Não sinto que estou avançando nos estudos como deveria…”

– “Por que não consigo me concentrar direito?”

– “Sinto que estou perdendo tempo fazendo tantos fichamentos!”

– “Nunca lembro em detalhes o que estudei há mais tempo e estou errando questões sobre materiais já repassados…”  

E aí, se identificou? Pois é, essas inseguranças são mais comuns do que imaginamos. Em uma pesquisa feita no ano passado com candidatos ao Itamaraty, a Priscila Zillo descobriu que quase 90% dos candidatos não estão seguros da forma como estão se preparando para o CACD, seja porque não tem confiança na forma como estudam, seja porque acham que precisam melhorar a técnica empregada.

Mas e daí? Qual o convite afinal? Com base no resultado dessa pesquisa, a Priscila Zillo propôs um workshop 100% online e gratuito para auxiliar os candidatos a superarem suas deficiências na preparação para a carreira diplomática. A primeira edição desse workshop, realizada em 2016, foi um sucesso tão grande que ela decidiu relançar a iniciativa. A 2ª edição do workshop 3 Pilares da Preparação Otimizada contará com uma curta série de vídeos que vão explicar o que não pode faltar na preparação de quem quer ter chances reais de ser aprovado no concurso (ainda mais se estiver com a meta de passar no menor tempo possível). Nesses vídeos, ela vai trabalhar com os pilares de preparação que desenvolveu ao longo dos anos em que trabalha com coaching para concursos públicos de alto desempenho, como o CACD. Eles têm ajudado na aprovação de diversos candidatos e com certeza vão te ajudar também.

O workshop COMEÇA HOJE, quinta-feira, dia 19, e vai até o dia 23 de janeiro, segunda-feira. Você pode se inscrever clicando na imagem abaixo e vai poder começar, desde já, a tomar as atitudes necessárias para sair na frente dos concorrentes. Não perca essa oportunidade para tirar todas as suas dúvidas sobre organização e planejamento de estudos, cronograma, fontes de conhecimento e outras questões que nenhum curso de conteúdo ensina.

2o-workshop

Sugestão de Leitura: China na ordem internacional

A ascensão internacional da China foi observada com admiração e cautela pelos seus pares do sistema global nas últimas décadas. Apesar da desaceleração da economia chinesa após a crise de 2008, o país ainda cresce a ritmos superiores que a grande maioria dos outros países, além de contar com amplo mercado interno ainda em expansão. A diversificação da atuação econômica chinesa internacionalmente, o aumento de investimentos em setores e regiões mais distantes do gigante asiático e o aprofundamento da integração com seu entorno regional demonstram a capacidade de adaptação e antecipação da China frente os percalços econômicos do século XXI.

Mesmo sendo um dos grandes atores econômicos do planeta, a atuação internacional da China ainda consegue, de certa maneira, confundir observadores das relações internacionais e, por vezes, até mesmo os atores desse sistema. Sua economia e poderio militar devem ser entendidos como ameaça pelo Ocidente? Há o interesse por parte da China de subjugar o sistema internacional existente? Qual o papel que a China deveria assumir na ordem internacional? Porque Beijing não arca com mais responsabilidades no cenário internacional? Muitas dessas perguntas são feitas por aqueles que tentam entender a inserção chinesa no mundo atual.

A sugestão do blog Sapi de hoje busca responder algumas dessas perguntas – ou, ao menos, contextualizá-las. O artigo “China and the World: Dealing With a Reluctant Power“, do professor e pesquisador Evan A. Feigenbaum, explica a forma como a China busca se inserir nas estruturas internacionais existentes e quais os principais objetivos de sua atuação internacional. O autor também trata sobre a forma como o os países ocidentais, em especial os Estados Unidos, devem adaptar suas estratégias em relação à China para garantir não só uma relação mais profícua com o país asiático, mas também garantir que Beijing participe consturtivamente da ordem vigente. Confira!

PS: para quem não tem acesso ao site da revista Foreign Affairs (onde o texto foi publicado), ele também está disponível neste link.

15 anos do Euro

euroO dia 1o de janeiro de 2017 marcou não apenas o começo do novo ano, mas também os 15 anos do início da circulação da moeda única europeia, o Euro. Atualmente, o Euro é adotado por 19 dos 28 países da União Europeia, alcançando uma população de aproximadamente 340 milhões de pessoas. Apesar da crescente onda eurocética que tem atravessado o continente, o Euro ainda é visto de forma positiva pela maior parte da população, em especial os mais jovens (15-24 anos), tanto da União Europeia quanto da Zona do Euro (58% e 70%, respectivamente). O recrudescimento dos nacionalismos na Europa junta-se à necessidade de uma recuperação econômica mais robusta como alguns dos principais desafios a serem vencidos pela união monetária para continuar avançando e se fortalecendo no século XXI.

Criação da moeda única

A ideia de uma ideia única europeia é muito anterior à sua entrada em circulação, tendo sido sugerida antes mesmo da existência do processo integracionista no continente. Tentativas de promover integração monetária remontam até mesmo ao século XIX, com as experiências fracassadas da União Monetária Latina e Escandinava. Com a criação da Comunidade Econômica Europeia, em 1957, os países-membros tinham a intenção de alcançar um mercado comum europeu em 12 anos. Os planos ambiciosos sofreram, porém, com uma década de estagnação e ceticismo (1960) e com uma década de crise econômica (1970), que acabaram postergando o processo.

A evolução normativa da integração europeia na década de 1980, em particular o Ato Único Europeu, de 1986, intensificou a eliminação de barreiras entre os países e abriu caminho para a assinatura, em 1992, do Tratado de Maastrich, também conhecido como Tratado da União Europeia, no qual foram lançadas as bases para a criação da moeda única europeia. Dois países que já eram membros da União Europeia optaram por não fazer parte da Zona do Euro: Dinamarca e Reino Unido. O Pacto da Estabilidade, de 1997, estabeleceu os critérios de convergência para países poderem adotar o Euro, como metas de inflação, política cambial, taxas de juros e controle das finanças governamentais e, no dia 31 de dezembro de 1998, foram fixadas as taxas de conversão das moedas nacionais europeias em relação à Unidade Monetária Europeia (UME). Essa moeda escritural, utilizada apenas virtualmente, existiu entre 1999 e 2002, quando foi finalmente substituída pelo Euro.

Inicialmente o Euro era utilizado por 12 países da União Europeia (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal e Grécia, que ingressou em 2001), mas a Zona do Euro sofreu expansões ao longo dos anos, permitindo a entrada dos países a partir do momento em que atingiam os critérios estabelecidos no Pacto de 1997. Assim, passaram a utilizar a moeda, Eslovênia (29907, Chipre (2008), Malta (2008), Eslováquia ( 2009), Estônia (2011), Letônia (2014) e Lituânia (2015). A política monetária da Zona do Euro é conduzida pelo Eurossistema, composto pelo Banco Central Europeu e pelos bancos centrais dos estados que adotaram a moeda única.

Desafios para o Euro

Apesar da relevância do mercado europeu e da importância do Euro no mercado internacional, a inserção de uma moeda única não foi um processo fácil. As amplas disparidades entre as economias dos países da Zona do Euro, as diferenças dos ciclos econômicos de cada uma e a inexistência de políticas fiscais unificadas eram desafios a ser superados desde a entrada em circulação da moeda. A introdução de uma moeda comum a países economicamente tão diferentes como Alemanha e Grécia produziria, de certo, contrastes e resultados diversos, como, por exemplo, a perda da competitividade industrial grega. Dessa forma, entende-se que a decisão teve um viés tanto político quanto econômico: a unificação econômica traria benefícios e desafios, mas havia vontade política para entrar nesse processo.

Apesar das disparidades internas, o Euro teve boa aceitação nos mercados internacionais em pouco tempo. Houve alguma instabilidade no primeiro ano de utilização da moeda física, porém, já em 2003, o Euro mantinha-se valorizado frente ao dólar e à libra esterlina, além de chegar a representar aproximadamente 25% das reservas internacionais. A força que o Euro vinha ganhando nos seus primeiro anos foi testada com a crise financeira de 2008, que gerou resultados graves na Europa.

A recessão e a diminuição do crédito internacional nos anos seguintes trouxeram dificuldades aos países europeus em se financiarem, em especial as economias mais frágeis da região. Além da queda de receita causada pela recessão econômica, a menor fluidez de capitais no sistema internacional diminuiu a capacidade de venda de títulos públicos de países que se apoiavam na credibilidade da moeda europeia e vinham, desde 2002, aumentando seu nível de endividamento. Casos como o da Grécia, que necessitou da ajuda do Banco Central Europeu para evitar a moratória de sua dívida pública, afetaram a credibilidade da moeda e da capacidade de resposta da Zona do Euro em lidar com essas questões.

No mesmo período, houve o fortalecimento de discursos nacionalistas dentro da União Europeia como um todo. Críticas às políticas migratórias do bloco uniram-se às insatisfações com a situação econômica, o que fortaleceu o discurso eurocético em diversos países, inclusive na França, uma das principais economias do Euro. A forma como o bloco e a autoridade monetária vão abordar essa questão, de forma a garantir a maior integração entre os países e a manutenção do crescimento regional, é um dos principais desafios que os países têm pela frente.

Inscrições abertas: Edital de abertura do processo seletivo para monitor bolsista

Olá, CACDista! Tudo bem?
Você está com dificuldades em financiar seus estudos para o CACD?
Já pensou em participar de atividades que aumentarão o seu desempenho na preparação para o concurso? Então, este post é para você!

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo de monitor bolsista no Curso Sapientia! Você tem entre os dias 13 e 20 de janeiro de 2017 para realizar a sua inscrição.
Clique aqui para ler o edital completo.

Défi de Français: les réponses

Salut les gens! Pour ceux qui ont fait l’activité, voici les réponses.

À la prochaine !

  1. Le candidat à la présidence a lu à son bras droit le discours qu’il allait prononcer devant les électeurs.
    Le candidat à la présidence lui a lu le discours qu’il allait prononcer devant les électeurs.
  1. Le professeur a rappelé à ses élèves la date de l’examen final.
    Le professeur leur a rappelé la date de l’examen final.
  1. La délicieuse nuit passée à l’hôtel a fait oublier aux randonneurs l’extrême fatigue des derniers jours.
    La délicieuse nuit passée à l’hôtel leur a fait oublier l’extrême fatigue des derniers jours.
  1. Le général a ordonné à son armée de suspendre l’attaque de la forteresse.
    Le général lui a ordonné de suspendre l’attaque de la forteresse.
  1. Le représentant des ventes a garanti à la clientèle l’imperméabilité de ces chaussures de sport.
    Le représentant des ventes lui a garanti l’imperméabilité de ces chaussures de sport.
  1. L’équipe médicale d’urgence a prodigué les premiers soins aux blessés.
    L’équipe médicale d’urgence leur a prodigué les premiers soins.
  1. L’année dernière, l’université a accordé des bourses à ces étudiants.
    L’année dernière, l’université leur a accordé des bourses.
  1. En guise de rémunération, la société a octroyé à son personnel des options sur actions.
    En guise de rémunération, la société lui a octroyé des options sur actions.
  1. Elle a excusé à Marcel tous ses retards.
    Elle lui a excusé tous ses retards.
  1. La Croix-Rouge a acheminé des ravitaillements aux sinistrés.
    La Croix-Rouge leur a acheminé des ravitaillements.

 

Défi de Français: Pronom personnel / Complément indirect

Le défi d’aujourd’hui porte sur l’emploi du pronom personnel en fonction de complément indirect. Testez vos connaissances!

Bonne chance à tous et à toutes !

Remplacez chaque groupe nominal en fonction de complément indirect du verbe par un pronom personnel et faites toutes les transformations nécessaires

Exemple
Il a téléphoné à ses parents ce matin.

Réponse
Il leur a téléphoné ce matin

  1. Le candidat à la présidence a lu à son bras droit le discours qu’il allait prononcer devant les électeurs.
  1. Le professeur a rappelé à ses élèves la date de l’examen final.
  1. La délicieuse nuit passée à l’hôtel a fait oublier aux randonneurs l’extrême fatigue des derniers jours.
  1. Le général a ordonné à son armée de suspendre l’attaque de la forteresse.
  1. Le représentant des ventes a garanti à la clientèle l’imperméabilité de ces chaussures de sport.
  1. L’équipe médicale d’urgence a prodigué les premiers soins aux blessés.
  1. L’année dernière, l’université a accordé des bourses à ces étudiants.
  1. En guise de rémunération, la société a octroyé à son personnel des options sur actions.
  1. Elle a excusé à Marcel tous ses retards.
  1. La Croix-Rouge a acheminé des ravitaillements aux sinistrés.

 

Sugestão Sapi: filmes sobre História do Brasil

Voltamos! Sentiram nossa falta? O recesso de fim de ano do Curso Sapientia já acabou, então mãos à obra que o CACD não espera ninguém!

Mas como sabemos que voltar do descanso não é a tarefa mais fácil de todas, vamos começar devagar. Sem textos, sem sugestões de leituras, sem desafios (por enquanto!)…

Para marcar o retorno do blog Sapi em 2017, trouxemos um vídeo do professor Filipe Figueiredo com sugestões de filmes para você ir retomando seus estudos e se divertir ao mesmo tempo. Na última Sugestão Sapi, o professor Filipe indicou alguns filmes sobre temas de História Mundial que poderiam ser cobrados no CACD e como o vídeo foi muito bem recebido, vamos divulgar mais um. Dessa vez, os filmes escolhidos tratam sobre temas da História do Brasil, desde período colonial até tempo atuais. Não vão faltar opções para você escolher e complementar seus estudos de forma mais leve. Confira!