O fim da MINUSTAH

O Conselho de Segurança da ONU, por meio da Resolução 2350 (2017), determinou o fim gradual da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Iniciada em 2004, a MINUSTAH foi originalmente instaurada para promover a estabilização política do país caribenho após o exílio do presidente Jean-Bertrand Aristide. Com a desmobilização da MINUSTAH, prevista para ser concluída até 15 de outubro desse ano, uma nova missão (Missão das Nações Unidas de Apoio à Justiça no Haiti/MINUJUSTH) passará a atuar na ilha com contingente menor e foco no fortalecimento das instituições democráticas do país.

Durante os 13 anos de operação, o Brasil comandou as forças de paz, sendo o responsável pelo comando das tropas internacionais atuantes no país. Criada por meio da Resolução 1542 (2004) do Conselho de Segurança e com base no Capítulo VII da Carta da ONU, a MINUSTAH contava, inicialmente, com até 6.700 militares sob comando brasileiro e buscou promover a estabilização do país por meio da retomada de áreas sob o controle de organizações paramilitares. Entre 2004 e 2017, 20 países enviaram tropas para o país. Forças policiais, voluntários e funcionários civis também atuaram no Haiti para auxiliar na consolidação política e seu desenvolvimento.

O histórico brasileiro em missões de paz da ONU é amplo. O país participa dessas iniciativas desde a primeira missão do tipo implementada pela organização (Batalhão de Suez/1956) e já contribui com mais de 30 operações da instituição. Atualmente, militares brasileiros participam de nove missões de paz: a MINUSTAH (Haiti), MINURSO (Saara Ocidental), UNIFICYP (Chipre), UNIFIL (Líbano), UNISFA (Sudão), UNMISS (Sudão do Sul), MONUSCO (R. D. Congo), UNOCI (Costa do Marfim) e UNMIL (Libéria). A liderança brasileira na MINUSTAH ocorreu no contexto da política externa “ativa e altiva” do então chanceler Celso Amorim, que ambicionava aumentar a projeção internacional do Brasil por meio de atuação em temas mais relevantes.

Além da importância para o prestígio internacional do país, a MINUSTAH possibilitou o fortalecimento da indústria bélica brasileira assim como o treinamento e a capacitação das forças militares nacionais. Ao longo de toda a missão, mais de 30 mil militares brasileiros foram destacados para o país, possibilitando maior experiência e conhecimento para as Forças Armadas nacionais em operações de paz, pacificação de territórios e iniciativas de desenvolvimento social.

Apesar do teor militar original, a MINUSTAH passou a exercer cada vez mais tarefas diversificadas, desde caráter policial até ações humanitárias e de reconstrução, em especial após o devastador terremoto que atingiu a ilha em 2010, causando a morte de dezenas de milhares de pessoas e a destruição da sede da MINUSTAH. Após a realização de eleições e transições pacíficas de poder em 2006 e 2010, a missão parecia caminhar para o seu fim, porém a destruição causada pelo terremoto levou à continuação da MINUSTAH para garantir a continuidade política em meio à trágica situação e auxiliar nos esforços de resgate e reconstrução. Nesse contexto, destaca-se a atuação do Contingente da Companhia de Engenharia de Força de Paz no Haiti (BRAENGCOY) do Exército brasileiro, que já atuava junto à missão de paz, mas que foi importante para os esforços de reconstrução após o terremoto.

De acordo com o Ministério de Relações Exteriores, o objetivo brasileiro ao atuar no Haiti era “contribuir para que o povo e as lideranças do Haiti reencontrassem o caminho da paz e do desenvolvimento sustentáveis, de modo a enfrentar as causas imediatas e profundas da instabilidade que compromete o progresso do país caribenho”. Isso explica o empenho brasileiro em compreender iniciativas além das estritamente militares, buscando atuar junto à população haitiana para promover desenvolvimento e fortalecimento institucional.

A nova missão para o Haiti deverá continuar esse legado de fortalecimento institucional e contará com reduzido contingente, aproveitando da estabilização relativa alcançada. A MINUJUSTH terá a participação de 1.275 oficiais de polícia de várias nacionalidades que atuarão em prol da capacitação da Polícia Nacional Haitiana, de forma a garantir a transição de competências para as forças nacionais haitianas. Esforços para a redução da violência no nível local e a promoção de projetos de rápido impacto social também são objetivos da nova missão de paz. De acordo com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, com o fim da MINUSTAH, o Brasil “analisará outras possibilidades de participação de nossas Forças Armadas em novas missões de paz”, continuando, assim, a tradição brasileira em operações de paz.

Haiti-Brasil

Referências:
O Brasil na Minustah (Haiti)
MINUSTAH United Nations Stabilization Mission in Haiti (UN)
Conselho de Segurança aprova fim da missão da ONU no Haiti (UNBr)
Qual o balanço da missão de paz brasileira no Haiti (Nexo Jornal)
ONU decide encerrar missão de paz no Haiti em outubro (Defesa.gov)
O futuro do Brasil nas operações de manutenção da paz da ONU (Le Monde Diplomatique)
Resolução 2350 (2017) – UN.org
Missões de paz (Defesa.gov)
Companhia Brasileira de Engenharia de Força de Paz completa uma década no Haiti (Defesa.gov)
Stabilization  as  the  securitization  of  Peacebuilding?  The  experience  of  Brazil  and  MINUSTAH  in  Haiti
UN Occupation Of Haiti Ends, Leaving Behind Scandals Of Abuse

Défi de français: lés réponses

Pour ceux qui on fait le dernier défi, voici les réponses. À la prochaine !

Choisissez la bonne réponse. Bonne chance!

1. « Donner sa langue au chat »
a) Abandonner une réflexion, renoncer à…
b) Parler avec difficulté
c) Refuser de parler

2. « Cirer les bottes de quelqu’un »
a) avoir la manie de la propreté
b) rendre quelque chose lisse et brillant
c) flatter servilement autrui pour en tirer avantage

3. « ne pas savoir sur quel pied danser »
a) ne pas savoir en bonne humeur
b) ne pas pouvoir bouger
c) ne pas savoir que décider

4. « couper les cheveux en quatre »
a) provoquer la stupéfaction
b) détailler à l’extrême
c) manifester un profond désespoir

5. « danser devant le buffet »
a) ne pas savoir où danser
b) n’avoir rien à faire
c) n’avoir rien à manger

6. « chanter comme une seringue »
a) chanter faux
b) exprimer des louanges
c) faire une injure à quelqu’un

7. « lever l’ancre »
a) devenir instable
b) partir
c) mourir

8. « compter les étoiles »
a) entreprendre une action impossible
b) rêver
c) être capable de voir très clair

9. « apporter des oranges à quelqu’un »
a) échouer par le fait d’un minime accident
b) porter bonheur
c) aller visiter quelqu’un en prison ou à l’hôpital

10. « travailler à l’œil »
a) travailler gratuitement
b) travailler dans de mauvaises conditions
c) travailler pour le compte de quelqu’un

Défi de Français: Les expressions idiomatiques

Bonjour à toutes et à tous. En Français, comme dans toutes les autres langues, il y a beaucoup d’expressions idiomatiques. Ce sont ces expressions qui n’ont pas d’équivalent littéral dans une autre langue. D’après le site Espace Français, cette notion renvoie à l’ensemble des locutions perçues comme figées par les usages d’une langue, et dont la signification tient à une mémorisation préalable. C’est toujours très utile de les connaître, puisque la traduction littérale est impossible. Alors, que signifient les expressions ci-dessous ?

Choisissez la bonne réponse. Bonne chance!

1. « Donner sa langue au chat »
a) Abandonner une réflexion, renoncer à…
b) Parler avec difficulté
c) Refuser de parler

2. « Cirer les bottes de quelqu’un »
a) avoir la manie de la propreté
b) rendre quelque chose lisse et brillant
c) flatter servilement autrui pour en tirer avantage

3. « ne pas savoir sur quel pied danser »
a) ne pas savoir en bonne humeur
b) ne pas pouvoir bouger
c) ne pas savoir que décider

4. « couper les cheveux en quatre »
a) provoquer la stupéfaction
b) détailler à l’extrême
c) manifester un profond désespoir

5. « danser devant le buffet »
a) ne pas savoir où danser
b) n’avoir rien à faire
c) n’avoir rien à manger

6. « chanter comme une seringue »
a) chanter faux
b) exprimer des louanges
c) faire une injure à quelqu’un

7. « lever l’ancre »
a) devenir instable
b) partir
c) mourir

8. « compter les étoiles »
a) entreprendre une action impossible
b) rêver
c) être capable de voir très clair

9. « apporter des oranges à quelqu’un »
a) échouer par le fait d’un minime accident
b) porter bonheur
c) aller visiter quelqu’un en prison ou à l’hôpital

10. « travailler à l’œil »
a) travailler gratuitement
b) travailler dans de mauvaises conditions
c) travailler pour le compte de quelqu’un

3 Perguntas: Tratado de Madri e os limites na América

A importância do Tratado de Madri e de Alexandre de Gusmão para a definição das fronteiras do que viria a ser o Brasil é parte fundamental do estudo da evolução territorial brasileira. Além de estabelecer parâmetros que seriam utilizados nas negociações de demarcação de limites após a independência, a negociação do Tratado de Madri confirmou a obsolescência do Tratado de Tordesilhas e afirmou a necessidade de novas fronteiras entre os domínios português e espanhol nas Américas.

Para explicar um pouco mais sobre o Tratado de Madri, o professor Rodrigo Goyena respondeu três perguntas para vocês. Confiram!

1) Como o contexto internacional do período influenciou a negociação do tratado?
2) Quais os princípios utilizados para a negociação do tratado?
3) O que levou à não demarcação efetiva do Tratado de Madri?

 

Fases avançadas do CACD: Significado e Importância

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As duas fases avançadas do CACD se diferenciam da primeira em três aspectos principais, e compreendê-los é importante se você quer se tornar um candidato competitivo no certame.

O modelo discursivo das fases avançadas (nesse artigo, nossa análise exclui a prova de francês e espanhol, que poderá ser analisada em post futuro) apresenta três desafios em relação ao modelo objetivo da primeira. Esses desafios são, também, janelas de oportunidade para que o candidato os transforme em vantagem comparativa. Vejamos:

1. Postura diante da banca: viés ativo x viés passivo

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O recém-aprovado no TPS acaba de sair de uma maratona de treino para uma prova objetiva quando tem que virar completamente a chave do pensamento para o modelo discursivo.

Se, no TPS, você se portava passivamente diante da banca, tendo de escolher entre apenas três reações (responder C, E ou branco) para algo que te era apresentado já pronto e acabado, agora é a banca quem está passiva pra você: ela te propõe um enunciado, te oferece duas ou três páginas inteirinhas em branco, e depois reage àquilo que você propõe, pronto e acabado, a ela.

Nas 45, 60 ou 90 linhas das questões discursivas cabem centenas de caminhos. Agora você pode (e deve) infinitamente mais que apenas C, E ou Branco: quem conduz o raciocínio e se apresenta pra banca é você. Isso, que talvez seja a grande beleza das fases avançadas, fica claro com uma observação cuidadosa de qualquer guia de estudos: todos os aprovados sobem a mesma montanha, mas cada um o faz por um caminho diferente e com um método específico – e, no fim do dia, todos fincam a bandeira no mesmo cume.

Aquele candidato, portanto, que vira mais rapidamente a chave do raciocínio entre as fases e faz uso pragmático das oportunidades abertas se dá bem. Como no CACD, contudo, nada é tão simples, há que se tomar alguns cuidados.

O primeiro é não achar que a diversidade de possibilidades de resposta significa poder responder qualquer coisa. A fidelidade ao enunciado ainda é elemento diferencial entre aprovados e reprovados – você pode responder ao enunciado X usando raciocínios diversos, referências múltiplas e argumentos variados, mas você não pode usar tudo isso pra responder Y ao invés de X.

O “excesso de liberdade” trazido pelas fases avançadas deve ser usado por você de forma pragmática de modo a criar vantagens, não ser mais um obstáculo à sua aprovação.

O segundo perigo do viés ativo está no famigerado “enganar a banca”. Muitos candidatos confundem a passividade da banca com uma certa ingenuidade (pra não usar termos mais fortes) dos corretores. A margem de manobra das fases avançadas te permite desenvolver raciocínios complexos, dialogar com outros conteúdos e demonstrar profundidade de conhecimento acerca do assunto pedido. Não te permite, contudo, usar toda essa fonte de recursos para disfarçar uma resposta vazia em conteúdo.

Lembre-se: a forma deve ser usada em favor do conteúdo, não em substituição a ele.

2. Oportunidade de diferenciação

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No TPS, candidatos são separados entre aqueles que acertaram e aqueles que erraram determinada questão. Não há diferença nenhuma entre você que gabaritou determinado item e todas as outras centenas de candidatos que também o fizeram. Trezentas e poucas pessoas separam o aprovado em primeiro do aprovado em último no TPS – e apenas elas. A diferença efetiva, em termos de classificação final, entre esses dois candidatos é nenhuma.

Nas fases discursivas, as correções são influenciadas pelo aspecto relativo. Se, no TPS, você e seu colega ganhavam 0,25 por acertar uma questão, agora vocês dois podem acertar a mesma resposta e um obter 15/30 e o outro 30/30. A ideia não mais é responder certo, mas é responder mais certo que o seu concorrente.

Por isso, cada milímetro das linhas de resposta vale muito, cada minuto a mais na sala de prova é diferencial: use a folha de respostas para demonstrar todo o seu conhecimento, toda a sua capacidade argumentativa e toda a complexidade do seu pensamento.

Use e abuse da interdisciplinariedade, insira com maestria aquele detalhezinho de canto de página que seu concorrente não se lembra e você sim, mostre como sua escrita é elegante e como você possui boas ideias.

Os candidatos à diplomacia geralmente são pessoas com vasto conhecimento geral e alta capacidade intelectual. Novamente, uma rápida olhada em qualquer guia de estudos comprova que todos os aprovados fizeram uso da oportunidade de diferenciação relativa para obter vantagens. O lado ruim desse aspecto é a elevação geral dos níveis de resposta.

Muitos candidatos bem-preparados com respostas excelentes apresentam padrões elevadíssimos para as bancas que, ano após ano, intensificam seu nível de exigência. Isso é o que faz aquele candidato calouro ler um guia de estudos e ficar totalmente desolado, tendo certeza absoluta de que jamais conseguirá fazer algo parecido com o que está ali. A boa notícia, no entanto, é que é possível, sim: diria, sem medo de errar, que 30 dos meus 30 colegas de turma no Rio Branco tiveram essa sensação na primeira vez que leram um guia – e, voilà, hoje são os nomes deles que estampam o Texugo Melívoro.

3. Peso equivalente das matérias

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Você pode passar na primeira fase do CACD zerando economia, desde que vá super bem em português, por exemplo. Nas fases avançadas, não dá pra se dar a esse luxo: à exceção de PI e GEO, que valem 50 pontos cada, todas as disciplinas valem 100 pontos – Português, Inglês, História do Brasil, Direito e Economia.

Além de tornar mais isonômico o concurso, atenuando o risco de  beneficiar aqueles que têm mais facilidade em uma matéria do que em outra, esse aspecto é vantajoso para o candidato que percebe uma coisa muito simples: os 100 pontos de economia são os mesmos 100 pontos de português – que, por sua vez, são os mesmos 100 de HB, os mesmos de inglês…

Algumas bancas são tradicionalmente mais “mãezonas” que outras. Os famosos gráficos do DataLascala que circulam nos grupos dedicados ao concurso nos momentos de pós-prova mostram, por exemplo, que a diferença de notas entre aprovados e reprovados em Direito ou Economia não é tão grande quanto em Inglês ou em HB, por exemplo. Alguns candidatos, portanto, sobretudo aqueles que já passaram pelas fases avançadas antes, se voltam para os estudos das matérias que diferenciam mais, já que “todo mundo vai bem em DIP mesmo”.

Não há problema nenhum em priorizar disciplinas conforme a sua estratégia, mas não se deve, em absoluto, negligenciar aquelas cujas médias costumam ser mais elevadas. O concurso chegou a um nível de competitividade tão elevado que é preciso ser muito bom em todas as matérias, e, para sê-lo, é crucial estudar intensamente todos os conteúdos.

É verdade que se dedicar muito àquela matéria em que as notas se diferenciam bastante pode te garantir 40 pontos a mais que seu concorrente e que se dedicar muito àquela em que as notas são mais uniformes pode te dar, no máximo, uns 15 pontos de vantagem.

Só quero te lembrar, contudo, que esses podem ser os mesmos 15 pontos que separam o primeiro colocado do primeiro excedente na classificação final.

Marianna Bruck Goulart é diplomata e ex-aluna do Curso Sapientia.

Claudia Comenta: Denotação e Conotação

Pode parecer simples, mas denotação e conotação aparecem, sim, no CACD e com alguma frequência. Apesar dos candidatos estudarem muito gramática e aspectos formais da língua, a prova de Português, principalmente na 1ª fase, aborda constantemente questões semânticas e os diferentes sentidos que as palavras podem ser empregadas dentro de um texto.

A professora Claudia Simionato comentou algumas questões CESPE sobre sentido literal e figurado e sobre como a banca costuma cobrar esse conteúdo na prova. Confira!
(Os textos e as questões comentadas estão após o vídeo)

 

CACD 2015 – Questão 06
DenCon01
Item 2: A frase “Tivemos damas das camélias em segunda mão” (R. 13 e 14) expressa, em linguagem figurada, o que Graciliano denomina “contrafação de literaturas estranhas” (R.34) e, como indica o emprego da expressão “em segunda mão”, o desapreço do autor à produção literária que revelava tal influência.

Gabarito: CERTO

CACD 2015 – Questão 11
DenCon02
Item 3: As formas verbais “sucumbe” (R.25) e “desterrando” (R.42), que poderiam ser corretamente substituídas, respectivamente, por não resiste e livrando-se de, foram assim empregadas no texto: a primeira, em sentido denotativo, e a segunda, em sentido conotativo.
Gabarito: CERTO
CACD 2013 – Questão 07
DenCon03

 

Item 03: No texto II, a relação entre os adjetivos “democrático” (l.13), referindo-se à “palavra falada”, e “aristocrático” (l.13), relativo à “palavra escrita,” é de antonímia, estando ambos os vocábulos empregados em sentido conotativo.

Gabarito: CERTO

CACD 2012 – Questão 05
DenCon04

Item b: Os trechos “filho do medo da noite” (L.2) e “Ficava no canto da maloca, trepado no jirau de paxiúba” (L.10-11) exemplificam a linguagem conotativa que caracteriza o fragmento I.

Gabarito: ERRADO

CACD 2010 – Questão 05

DenCon05

Assinale a opção que apresenta o trecho do texto II em que foi empregada apenas linguagem denotativa.

a) “não encontrei em mim a tecla do verso, cuja ressonância interior não se confunde com a de nenhum timbre artificial” (l.2-4).
b) “Quando mesmo, porém, eu tivesse recebido o dom do verso, teria naufragado, porque não nasci artista” (l.4-6).
c) “mas da arte não recebi senão a aspiração por ela, a sensação do órgão incompleto e não formado” (l.9-11).
d) “Nem todos os que têm o dom do verso são por natureza artistas, e nem todos os artistas têm o dom do verso” (l.17-19).
e) “ninguém sabe o diamante que ele nos revelaria, se tivesse a coragem de cortar, sem piedade, a montanha de luz” (l.33-35).

Gabarito: LETRA D

 

Guia do Texugo Melívoro: as melhores (e piores) respostas dos aprovados no CACD 2016

A Páscoa chegou trazendo um super-presente para a comunidade cacdista (melhor até que chocolate): o guia de estudos não-oficial dos aprovados no CACD 2016. Pra quem ainda não conhece essa iniciativa, os guias de estudos são preparados pelos diplomatas aprovados no último concurso e reúnem as melhores e as piores respostas dos candidatos recém-aprovados. Além de ser uma excelente ferramenta de estudo para quem ainda está na luta pela aprovação, a inclusão das menores notas é um incentivo para quem ainda está na preparação: mostra que não precisa ser perfeito, nem bom em todas as matérias para ser aprovado no CACD.

Cada guia de estudos também tem o seu mascote, que dá nome à compilação de respostas e que tem um significado específico para a nova turma do Instituto Rio Branco. O animal escolhido esse ano foi o Texugo Melívoro. Mas quem?!?! Nas palavras da própria turma 2016-2018: “O texugo melívoro (mellivora capensis), também conhecido como texugo do mel, ratel ou honey badger, foi selecionado como a mascote do Guia dos Aprovados de 2016 por ser esse um animal que sobrevive e prospera a despeito das circunstâncias impostas pela natureza. (…) O honey badger não se deixa abalar por picadas de najas ou de abelhas africanas na busca por seu alimento. Ele escapa de predadores por meio de sua ampla gama de habilidades. Sobe árvores, nada velozmente, corre com destreza, cava com desenvoltura. Devemos todos ser texugos melívoros. Não nos basta uma única habilidade, mas várias que nos permitam lidar com uma maratona de provas que exige rapidez, concisão, precisão, capacidade argumentativa, hermenêutica, estabilidade emocional, audácia e criatividade, para que tenhamos alternativas para enfrentar os desafios que a prova nos propõe. O texugo pode até parecer inofensivo e vulnerável, mas ele sabe o que quer e não há cobra venenosa que o possa deter, exatamente como todas e todos que se aventuram a prestar o CACD.” (p. 7)

Queremos ser texugos melívoros também! Além da escolha inspirada, a nova turma também inovou trazendo dados estatísticos sobre o rendimento dos aprovados em cada questão, visando auxiliar os candidatos em quais matérias devam focar mais. O perfil dos aprovados também é interessante, pois mostra a diversidade entre eles, o tempo que levaram até a aprovação e outras informações relevantes (como suas séries faScreen Shot 2017-04-17 at 7.10.21 PM.pngvoritas).

O blog Sapi agradece imensamente à turma do IRBr 2016-2018 pela organização do Guia do Texugo Melívoro!
(Se você ainda não baixou o seu, basta clicar na imagem ao lado)

 

 

Gabarito de Espanhol: Conjunciones

¿Listos para las respuestas del desafío de ayer?

Elige la conjunción correcta: sino/ pero/ sino que

  1. Hago lo posible pero al rato tengo ganas de salir.
  2. No vino a vernos sino que fue al cine con un amigo.
  3. Tú lo que necesitas no es un yerno rico sino un muchacho emprendedor.
  4. No fumaba el buen sargento sino que tomaba polvo.
  5. Ladra pero no muerde.
  6. Los novios no comen en casa sino en el restaurante.
  7. Hizo lo que pudo pero fracasó.
  8. No tengo odio sino compasión.
  9. El tenista no descansa sino que sigue jugando.
  10. No son gigantes sino molinos.
  11. No queremos ir a Cancún sino a Cuernavaca.
  12. No queremos sino que seas un hijo.
  13. No deseo otra cosa sino pasar el resto de mi vida contigo.
  14. Educar a los hijos es a veces difícil pero siempre te dan alegrías.

Elige la conjunción o locución conjuntiva correctas.

  1. Como frutas porque es bueno para la salud.
  2. Zoe peina a su muñeca como su madre le enseñó
  3. El gato maúlla para que lo cojas en brazos.
  4. El ladrón salió de las casa antes que los que estaban durmiendo se despertasen.
  5. Robó el dinero sin que nadie se enterase.

Desafío de Español – Conjunciones

¡Hola! Volvimos hoy con preguntas sobre las conjunciones y locuciones conjuntivas. ¿Sabes cómo usarlas? ¡Inténtalo!

Elige la conjunción correcta: sino/ pero/ sino que

  1. Hago lo posible ____ al rato tengo ganas de salir
  2. No vino a vernos ______ fue al cine con un amigo
  3. Tú lo que necesitas no es un yerno rico _______ un muchaco emprendedor
  4. No fumaba el buen sargento ________  tomaba polvo
  5. Ladra ______ no muerde
  6. Los novios no comen en casa ______ en el restaurante
  7. Hizo lo que pudo ______ fracasó.
  8. No tengo odio ______ compasión
  9. El tenista no descansa _______ sigue jugando
  10. No son gigantes ________ molinos.
  11. No queremos ir a Cancún ________ a Cuernavaca
  12. No queremos ______ seas un hijo
  13. No deseo otra cosa _______ pasar el resto de mi vida contigo.
  14. Educar a los hijos es a veces difícil _________ siempre te dan alegrías.

Elige la conjunción o locución conjuntiva correctas.

  1. Como frutas porque / sin que / para que / antes que / como es bueno para la salud.
  2. Zoe peina a su muñeca porque / sin que / para que / antes que / como su madre le enseñó
  3. El gato maúlla porque / sin que / para que / antes que / como lo cojas en brazos
  4. El ladrón salió de las casa porque / sin que / para que / antes que / como los que estaban durmiendo se despertasen.
  5. Robó el dinero porque / sin que / para que / antes que / como nadie se enterase.

3 Perguntas: Programa de Ação Econômica do Governo/PAEG

Quando o candidato estuda a formação econômica do Brasil para o CACD, é comum focar em períodos mais “famosos” do desenvolvimento nacional, como o Plano de Metas ou o Milagre Econômico. Mas é importante lembrar que há outros momentos da história econômica do país que são menos conhecidos, mas, ainda assim, fundamentais para entender a evolução da economia brasileira. O Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG) é um desses períodos.

Para você que não conhece o PAEG ou para você que quer revisar esse conteúdo, o professor de economia Bernardo Nunes respondeu 3 Perguntas sobre esse programa econômico e seu impacto na economia brasileira. Confira!

1) O que foi o PAEG e os seus objetivos centrais?
2) O PAEG foi bem sucedido? Quais os principais resultados do programa?
3) Como o PAEG impactou o desenvolvimento econômico brasileiro nos anos seguintes?