Défi de français: lés réponses

Pour ceux qui on fait le dernier défi, voici les réponses.

À la prochaine !

  1. Si je ne savais pas que tu plaisantes, je me fâcherais. (se fâcher).
  2. Si tu prenais cette décision, tu devrais (devoir) en supporter les conséquences.
  3. Si Jean étudiait (étudier) aux USA, il devrait tout d’abord maîtriser l’anglais.
  4. Si Anne avait vu une souris dans la cave, elle aurait crié (crier).
  5. Si nous attendions (attendre) nos invités sur le quai de la gare, nous aurions froid.
  6. Si vous finissez (finir) vos devoirs à temps, vous pourrez aller au cinéma ce soir.
  7. Si les voisins construisent (construire) un mur, nous ne verrons plus leurs beaux rosiers.
  8. Si Monsieur Dupont se présente aux élections, je voterai (voter) pour lui !
  9. Si c’était (être) à refaire, je ne changerais rien de ce que j’ai fait.
  10. 10. Si les enfants devaient (devoir) se lever à 6 heures, ce serait difficile pour eux.

 

Source : https://www.francaisfacile.com/exercices/exercice-francais-2/exercice-francais-114383.php

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Défi de français: Hypothèse avec si

Bonjour à toutes et à tous. Les structures hypothétiques introduites par SI sont fréquentes mais la concordance des temps nécessaire dans ces phrases est codifiée.

Conjuguez le verbe indiqué à la forme qui convient.

 

Bonne chance !

  1. Si je ne savais pas que tu plaisantes, je ______________ (se fâcher).
  2. Si tu prenais cette décision, tu ______________ (devoir) en supporter les conséquences.
  3. Si Jean ______________ (étudier) aux USA, il devrait tout d’abord maîtriser l’anglais.
  4. Si Anne avait vu une souris dans la cave, elle ______________ (crier).
  5. Si nous ______________ (attendre) nos invités sur le quai de la gare, nous aurions froid.
  6. Si vous ______________ (finir) vos devoirs à temps, vous pourrez aller au cinéma ce soir.
  7. Si les voisins ______________ (construire) un mur, nous ne verrons plus leurs beaux rosiers.
  8. Si Monsieur Dupont se présente aux élections, je ______________voter) pour lui !
  9. Si c’ ______________ (être) à refaire, je ne changerais rien de ce que j’ai fait.
  10. Si les enfants ______________ (devoir) se lever à 6 heures, ce serait difficile pour eux.

Sugestão de leitura: China e energia renovável

A China vem buscado se afirmar como uma liderança global, especialmente em vista da recente retração de importantes países do sistema internacional, como Estados Unidos e Reino Unido. Ainda que uma liderança chinesa em temas como liberalização comercial ainda seja uma perspectiva distante, um tema que o país tem  -se destacado é em relação a energia renovável.

A sugestão de leitura do blog Sapi de hoje, o artigo The East Is Green: China’s Global Leadership in Renewable Energy, do think tank Center for Strategic and International Studies, trata sobre os avanços que o gigante asiático têm promovido na sua política energética. Considerado um vilão ambiental pela sua matriz energética altamente poluente, a China tem investido pesadamente em energia eólica e solar, revolucionando esses mercados. Confira!

Principais marcos jurídicos do MERCOSUL

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A aproximação entre Brasil e Argentina na década de 1980 culminaria na criação, em 1991, do MERCOSUL, organização internacional com o objetivo de estabelecer um mercado comum no Cone Sul. A ideia de um mercado comum na região remonta ao Tratado de Integração, Cooperação e Desenvolvimento (1988) e a Ata de Buenos Aires (1990) que estabelece o ano de 1994 como prazo para a formação do mercado comum bilateral. O documento mais importante da formação do MERCOSUL, entretanto, é o Tratado de Assunção, de 1991, que constituiu o bloco regional e adicionou o Paraguai e o Uruguai ao processo. Esse tratado insere-se na lógica integracionista do continente americano, sendo instrumentalizado dentro do arcabouço normativo da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) por meio do Acordo de Complementação Econômica número 18.

Após a sua criação, o MERCOSUL passou por importantes aprofundamentos jurídico-normativos que ampliaram a abrangência de atuação do bloco para além de questões meramente econômicas. O Protocolo de Ouro Preto (1994) definiu a personalidade jurídica internacional da organização, dando maior capacidade de atuação. A defesa da democracia também passou a fazer parte da estrutura normativa do bloco. Apesar do Protocolo de Las Leñas (1992) já mencionar o compromisso democrático, ele só se torna vinculante com o Protocolo de Ushuaia (1998), que estabeleceu consequências para a violação da ordem democrática nos países-membros do MERCOSUL. O Protocolo de Montevidéu (2011) busca atualizar essas consequências, tornando-as mais rígidas, porém ele ainda não está em vigor.

A estrutura institucional do MERCOSUL foi definida com o Protocolo de Ouro Preto (1994), apesar de uma estrutura preliminar já estar presente no próprio tratado constitutivo. O Conselho do Mercado Comum (CMC), formado pelos ministros de Relações Exteriores e de Economia dos países-membros, atua como órgão superior do bloco e confere a direção política da integração por meio de decisões obrigatórias. O Grupo Mercado Comum (GMC), formado por representantes dos países em diversas áreas, mas coordenado pelos ministérios de Relações Exteriores, funciona como órgão executivo e profere resoluções obrigatórias. A Comissão de Comércio (CCM) auxilia nos trabalhos do GMC e pode proferir tanto diretrizes obrigatórias quanto propostas não vinculantes. Além desses órgãos, também foram criados o Foro Consultivo Econômico-Social, de função consultiva, a Secretaria Administrativa e o PARLASUL, de caráter representativo dos cidadãos dos Estados-parte, conferindo legitimidade ao mesmo.

Apesar do tratado constitutivo criar um precário sistema de solução de controvérsias que foi aprimorado com o Protocolo de Brasília (1991), é somente com o Protocolo de Olivos (2002) que o sistema atinge a forma aperfeiçoada atual. Nesse sistema, os Estados que possuam uma controversa envolvendo as normas da integração iniciam o processo por meio de negociações diretas obrigatórias. Em caso de não chegarem a um acordo, podem solicitar a análise do GMC ou podem enviar a controvérsia diretamente a um tribunal arbitral ad hoc, de jurisdição compulsória aos Estados-membros, que analisará questões de fato e de direito sobre o assunto. A decisão do tribunal arbitral pode ser apelada por meio de recurso ao Tribunal Permanente de Revisão (TPR), também de jurisdição compulsória, criado em 2002, que analisará apenas as questões de direito aplicadas à controvérsia. O TPR pode modificar, confirmar ou revogar o laudo arbitral e sua decisão será definitiva e obrigatória, cabendo apenas recursos interpretativos sobre a mesma, que deve ser implementada conforme o estabelecido na sentença.

Comentários dos professores sobre a banca do CACD 2017

Como o blog Sapi divulgou ontem, o Instituto Rio Branco inovou e divulgou a banca do CACD 2017 antes da 3ª Fase do concurso. Com isso, começaram as especulações sobre o que essa banca (e as mudanças em relação ao ano passado) podem indicar sobre as provas desse fim de semana. Para ajudar, os diplomatas e professores Emanuel Sebag, de Economia, e Leonardo Rocha Bento, de Política Internacional, fizeram alguns comentários sobre os nomes divulgados. Confira!

Emanuel Sebag – Economia:
“Como vocês viram, a banca de economia sofreu algumas alterações em relação ao ano passado, mas a predominância da banca segue ortodoxa.
Atentem que há uma examinadora mais heterodoxa, Luciana Acioly, afeita a temas de desenvolvimento econômico comparado, utilizando elementos de economia institucional e com extenso trabalho sobre China.
Segue um texto dela caso queiram aprofundar a leitura nos temas de desenvolvimento.”
– Texto: “À guisa de conclusão: Soberania nacional e desenvolvimento – qualificado o debate” – em Trajetórias Recentes de Desenvolvimento: estudos de experiências internacionais selecionadas (pp. 507-514)

Leonardo Rocha Bento – Política Internacional:

Atenção! Deixamos diversas sugestões sobre os membros da banca então quem estiver se preparando para a prova esse fim de semana tem que selecionar com cautela o que pode dará tempo para ser aproveitado devido ao curto tempo. Foque naquilo que você não domina para aumentar o seu repertório. Quem já estiver se preparando para o CACD 2017 pode aproveitar das dicas com mais calma.

Francisco Doratioto: inesperado para a banca de PI, mas tradicional membro da banca de História do Brasil. Pode indicar uma questão de História da Política Externa Brasileira. Dado o limite temporal do edital de PI, os temas mais próximos a ele são relações Brasil-Argentina pós-1945 ou Cone Sul no mesmo período.
O Brasil no Rio da Prata – em Coleção Em poucas palavras, FUNAG (pp. 101-178)

Pio Penna Filho: professor da Universidade de Brasília, africanista. Pode cobrar algo relacionado à sua linha de estudo, como ZOPACAS, relações Brasil-África, inserção internacional da África, segurança regional, IBAS, redemocratização.
ZOPACAS: Discurso do Patriota na última ministerial
– Apresentação do Pio Penna no 12º Congresso Acadêmico sobre defesa nacional: O Continente Africano e suas Dinâmicas de Segurança: Reflexos para o Brasil
Reflexões sobre o Brasil e os desafios Pan-Amazônicos

Gisela Padovan: Embaixadora, Assessora de Assuntos Federativos e Parlamentares (AFEPA) e estava em Buenos Aires. Pelo cargo que ocupa atualmente, pode seguir temas como paradiplomacia e impacto dos poderes federais na política externa brasileira.
Problemas para a atividade internacional das unidades subnacionais: estados e municípios brasileiros (Tullo Vigevani)
Relações internacionais federativas no Brasil (Gilberto Marcos Antonio Rodrigues)
A arte do encontro: a paradiplomacia e a internacionalização das cidades criativas (Diego Santos Vieira de Jesus)

Benoni Belli: estava em Washington e é o atual Secretário de Planejamento Diplomático do MRE, o que complica a delimitação de uma área, visto que todos os assuntos importantes passam por essa secretaria. Pode trazer um tema mais atual da política internacional. Também trabalhou com Direitos Humanos e temas sociais.
– Vários artigos publicados na revista Política Exterior
– Tema do Curso de Altos Estudos (IRBr): O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e as resoluções sobre os países: o fim da politização e da seletividade? (não disponível online)

Sugestões gerais:
Discurso de posse de Aloysio Nunes
– Notas de imprensa do MRE sobre as viagens para a África
– Nos Cadernos de Política Exterior:
Edição 5 – textos sobre desarmamento e direitos humanos;
Edição 4 – BRICS, política externa e participação social, LGBTI;
Edição 3 – Brasil-Argentina, ABACC, Desarmamento nuclear, China e sua vizinhança;
Edição 2 – relações Brasil-África, Síria, relações Brasil-EUA;
Edição 1 – Brasil e China; Kôssovo.

DIVULGADA A BANCA DO CACD 2017!

O Instituto Rio Branco surpreendeu todo mundo e divulgou hoje a banca do CACD 2017. Mas não divulgou só a banca da 1ª Fase, não! Aproveitou e divulgou também as bancas da 2ª e 3ª Fase também. (Ai meu coração!)

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Se você acompanha o CACD há um certo tempo sabe que isso é realmente uma novidade. Normalmente as bancas eram divulgadas apenas após o fim de todas as etapas do concurso e, ainda assim, somente divulgavam os membros das fases discursivas.

Essa mudança é muito bem vinda! A divulgação dos membros da banca do CACD dá mais transparência ao Concurso de Admissão à Carreira Diplomática, evitando suposições sobre os membros e a sua relação com o concurso.

Se você ainda não viu a lista completa, confira nas imagens abaixo ou diretamente no Diário Oficial da União.

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E aí? O que você achou dessa novidade? Algum nome te surpreendeu?

Como estudar para a ABIN? Masterclass Exclusivo com Priscila Zillo e Gerson Aragão

O seu 1º passo na preparação para a carreira de Oficial de Inteligência será dado hoje a noite, às 20 horas!

O concurso da Agência Brasileira de Inteligência está repercutindo demais entre os aspirantes à carreira de diplomata por conta da semelhança entre o conteúdo dos editais e estrutura dos concursos.

E a pergunta que não se cala é: Como estudar para a ABIN? Quais técnicas e estratégias devo colocar em prática a partir de agora?

Para responder a essas e outras perguntas, Priscila Zillo e Gerson Aragão (Método de Aprovação) estarão AO VIVO nesta terça-feira, 03/10, às 20h (horário de Brasília).

O Evento é 100% On-line e Gratuito e você consegue reservar sua vaga no link logo abaixo:

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Como Estudar para o Concurso da ABIN, com Priscila Zillo e Gerson Aragão– Fazer inscrição agora

Será uma oportunidade única para os interessados na carreira de Oficial de Inteligência que pretendem iniciar uma preparação focada no concurso da ABIN a partir deste momento.

As técnicas e estratégias de estudo apresentadas pelos dois especialistas em aprovação serão seus primeiros passos para definir um plano de estudos específico para o concurso da ABIN.

O evento é EXCLUSIVO, promovido pelo Curso Sapientia em parceria com o Método de Aprovação. Reserve sua vaga aqui.

Abertura de Processo Seletivo para Monitoria 2017/2018

Você já pensou em ser monitor bolsista no Sapientia?

O monitor exerce atividades pedagógicas e administrativas na nossa instituição.

Ao mesmo tempo em que essas atividades orientam seus estudos, os monitores também ganham bolsas em vários dos nossos cursos.

O novo processo seletivo foi aberto hoje (2909/2017) e se estenderá até o dia 06/10/2017.

Inscreva-se clicando abaixo:

monitor-bolsista-curso-sapientia

ACESSAR FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PARA MONITORIA

A equipe do Curso Sapientia deseja boa sorte a todos os candidatos. Participe!

Denúncia a tratados e o debate doutrinário brasileiro

A denúncia de um tratado é um ato unilateral por meio do qual um Estado busca desvincular-se das obrigações adquiridas naquele tratado sem gerar responsabilidade internacional. De acordo com a Convenção de Viena sobre Direitos dos Tratados, de 1969, a denúncia é, via de regra, proibida pelo direito internacional, mas pode ser efetuada caso o próprio tratado a permita ou os demais Estados-parte do tratado admitam a denúncia em questão. A Convenção estabelece dois casos excepcionais nos quais a denúncia a um tratado pode ser aceita: se puder ser estabelecido que as partes pretendiam admitir a possibilidade de denúncia, seja pelo texto do tratado ou por outros meios conexos de interpretação; ou se, pela própria natureza do tratado, possa ser admitida a denúncia, como em casos de tratados condicionados a conjunturas políticas específicas, como uma aliança militar.

A Convenção de Viena estabelece também que denúncias somente poderão ser feitas em relação à totalidade do texto do tratado, sendo vedada a denúncia parcial do mesmo. Essa condição, entretanto, pode ser afastada em caso de acordo entre as partes ou previsão expressa no próprio tratado. Denúncias a tratado que ocasionem a redução do número de partes a patamar inferior ao necessário para entrada em vigor não ocasionam a extinção do mesmo, que continua válido para as partes remanescentes. De acordo com o jurista Francisco Rezek, os tratados de vigência estática seriam irrenunciáveis, como, por exemplo, um tratado de limites. Para o jurista Ian Brownlie, também configuram como irrenunciáveis os tratados de paz.

O Brasil ratificou a Convenção de Viena sobre Direitos dos Tratados em 2009 sem ressalvas que atinjam o instituto da denúncia, logo as normas delimitadas na Convenção valem integralmente para o país. A competência para denunciar um tratado cabe ao Poder Executivo, visto que é um ato internacional, mas a necessidade de autorização parlamentar para denunciar tratados, tendo em vista a participação do Poder Legislativo na aprovação dos mesmos, ainda suscita debates. De acordo com o parecer de Clóvis Beviláqua, consultor jurídico do Ministério de Relações Exteriores, de 1926, a aprovação parlamentar para que o Executivo efetue a denúncia de um tratado não é necessária, visto que, ao aprovar o texto do tratado, o Congresso teria aprovado também os mecanismos de denúncia possíveis para mesmo. Dessa forma, desde que o Poder Executivo respeite os termos do tratado – ou da Convenção de Viena, em caso de inexistência de provisões específicas –, ele estaria de acordo com a autorização prévia do Poder Legislativo. Esse raciocínio, ainda vigente, é seguido também pelo jurista Cesar Albuquerque Mello, porém o debate doutrinário aponta para uma possível mudança no entendimento sobre a capacidade de denúncia no Brasil.

O eventual julgamento da ADI 1625, atualmente suspenso, pelo Supremo Tribunal Federal pode consagrar a necessidade de ação parlamentar em caso de denúncia, alterando a prática jurídica estabeelcida. Com concretização de uma denúncia, os efeitos do tratado cessam no âmbito internacional, porém, para cessarem os efeitos domésticos, é necessário que um decreto presidencial revogue o anterior que internalizou o tratado. A análise do STF tem convergido para o argumento de que a Presidência não tem competência para revogar tratados internamente, visto que eles adquirem status, pelo menos, de lei ordinária. A internalização do tratado, por se tratar de ato subjetivamente complexo, necessitando da coincidência de vontade de dois poderes, implica que, para ser desfeito, também requer a participação do Legislativo. O Poder Executivo não dispõe de competência para, individualmente, remover ato normativo que teve a participação de dois poderes para a sua criação. Dessa forma, para revogar o tratado internamente, seria necessária a participação do Poder Legislativo, o que alteraria a prática corrente. Esse entendimento que está se consolidando no STF, com diversas opiniões de ministros que seguem esse raciocínio, reforça o caráter dualista moderado do ordenamento jurídico brasileiro perante o direito internacional.

Diversos nomes da doutrina apoiam esse entendimento com pequenas variações. Para Pontes de Miranda, a capacidade do Executivo em denunciar tratados sem a aprovação parlamentar subverte a igualdade de poderes. Valério Mazzuoli segue a mesma linha, afirmando que é necessário haver paralelismo entre a autorização e a denuncia. Dalmo de Abreu Dalari traça um paralelo com o processo de lei ordinária, concluindo que, como uma lei nnao pode ser revogada por decisão unilteral de um dos poderes, um tratado internacional também não poderia. Resek tem uma posição um pouco diferente, afirmando que tanto Legislativo quanto Executivo têm capacidade de denunciar individualmente, pois a vigência interna do tratado se configura a partir da aceitação de dois poderes. Logo, se um dos poderes deixa de apoiar os termos do tratado, este ficaria sem aplicabilidade e deveria ser renunciado.

 

AULA AO VIVO – Como Estudar Legislação Específica para o Concurso da ABIN

Hoje temos um convite especial para quem está ansioso(a) pela abertura do concurso para a Carreira de Oficial de Inteligência da ABIN!

O ex-oficial de inteligência da ABIN Felipe Dias estará AO VIVO ajudando você a dar os primeiros passos no estudo da Legislação Específica que cai no concurso da Agência Brasileira de Inteligência.

A aula será transmitida ON-LINE e o acesso 100% Gratuito.

Clique abaixo para se inscrever agora:

aula-ao-vivo-abin2AULA AO VIVO – PREPARAÇÃO PARA O CONCURSO DA ABIN

A aula será a sua oportunidade de começar a se preparar para o concurso da ABIN de forma certeira: recebendo orientação de quem já foi aprovado e dicas esclarecedoras de uma das maiores especialistas em aprovação do Brasil, Priscila Zillo, que também estará com você neste evento on-line.

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