Inscrições abertas para o CACD 2017!

Um lembrete para os candidatos ao Concurso de Admissão à Carreira Diplomática: as inscrições para o CACD 2017 JÁ ESTÃO ABERTAS!

O prazo para as inscrições vai até às 23 horas e 59 minutos do dia 10 de Julho.

Mas não dê bobeira e inscreva-se logo! Já vimos muita gente perder a data de inscrição nessa correira que é o momento pré-TPS (ou 1ª Fase).

Vale lembrar também que só a inscrição não basta: tem que pagar a GRU (Guia de Recolhimento da União). A taxa de inscrição esse ano é R$ 225,00.

Para quem ainda não leu nosso resumão sobre o edital, seguem as informações mais importantes sobre a 1ª Fase do CACD 2017:

  • Data provável para aplicação da 1ª fase: 13 de agosto de 2017 (domingo)
    • Primeiro turno: início às 9h30 (duração de 3 horas)
    • Segundo turno: início às 15h (duração de 3 horas)
    • Serão cobradas apenas questões de Certo ou Errado (total de 73 questões)
  • Gabarito preliminar da Primeira Fase: 15 de agosto (recursos nos dias 16 e 17 de agosto)
  • Resultado final da Primeira Fase: 31 de agosto

Ânimo! O CACD 2017 já está quase chegando! Clique na imagem abaixo e faça a sua inscrição diretamente no site da CEBRASPE. Vamos juntos rumo à aprovação!

CACD 2017.jpg

 

Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92)

rio92.jpgHá 25 anos, em junho de 1992, o Brasil sediou a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), também conhecida como Rio 92 ou Cúpula da Terra. A conferência tornou-se marco dos esforços internacionais sobre o meio ambiente, tanto pela grande presença de chefes de Estado, o que demonstrou a relevância que esse tema tinha adquirido, quanto pelo número de documentos assinados, sinal da sofisticação do debate ambiental. Foi nessa conferência que se consagrou o conceito de “desenvolvimento sustentável”, descrito no relatório “Nosso futuro comum”, de 1987, como “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades.” A CNUMAD marcou o regime internacional sobre maio ambiente e também é simbólica das transformações por que passava a política externa brasileira em meio à redemocratização.

A candidatura brasileira para sediar a conferência ocorreu em um contexto de mudanças significativas na política externa brasileira, que buscava reorientar sua atuação internacional a partir de uma inserção mais participativa. Essa autonomia pela participação, como foi conceituada por Gelson Moura Jr., tinha como objetivo a defesa do interesse nacional por meio de uma identidade positiva, ou seja, menos reativa ao sistema internacional. A reinserção propositiva brasileira entre seus pares dependeria, entretanto, do país ser capaz de dialogar com os regimes internacionais vigentes e em construção, incluindo o regime sobre meio ambiente. A imagem de “vilão ambiental” pairava sobre o governo brasileiro e a tentativa de renovação de credenciais que foi entabulada pelo governo Sarney buscava refundar a credibilidade externa do país e aumentar sua projeção externa.

Essas mudanças na diplomacia brasileira, apesar de terem sido amplamente influenciadas pela transição demográfica que o país viveu no fim da década de 1980, também tiveram um importante componente sistêmico. A posição internacionalista dos Estados Unidos e o fortalecimento do multilateralismo criaram as condições para que os “novos temas” da agenda internacional, como meio ambiente e direitos humanos, ganhassem força, enfraquecendo o multilateralismo reivindicatório do Terceiro Mundo. O Brasil passou a ser a alvo de duras críticas em relação a esses novos temas, o que diminuiu sua voz no cenário internacional e impulsionou a necessidade de mudanças na sua política externa.

O multilateralismo revigorado da virada dos anos 1990 gerou um grande otimismo nas relações internacionais, que levaria à chamada Década das Conferências. Durante esse período, diversas conferências internacionais foram promovidas para debater os novos temas da agenda internacional, como a Cúpula Mundial pela Criança, realizada em Nova York em 1990, e a Conferência Mundial de Direitos Humanos, ocorrida em Viena em 1993. A CNUMAD insere-se nesse contexto de otimismo e engajamento internacional e, devido ao seu sucesso, passa a ser vista como um modelo a ser replicado. Além dos progressos conceituais da Rio 92, como a consagração do desenvolvimento sustentável, essa conferência também destacou-se pela ampla participação da sociedade civil e pela abordagem integrada dos diferentes temas, fazendo com que as grandes conferências do período pudessem funcionar como uma espécie de sistema interligado.

A interligação entre temas estava particularmente delineada na Agenda 21, documento da Rio 92 que detalhava as áreas de atuação para promover o desenvolvimento sustentável e as dividia em quatro grande seções: dimensões sociais e econômicas; conservação e gestão de recursos para o desenvolvimento; fortalecimento do papel de grupos importantes; e meios de execução. Apesar de críticas à Agenda 21 por não apresentar um plano de ação concreto, a inclusão de temas não estritamente ambientais foi um importante avanço. Junto com a Agenda 21, também foi firmada a Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que incluiu princípios do desenvolvimento sustentável, como o de responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e inseriu a questão do consumo como importante variável para os debates sobre desenvolvimento. Entre outros documentos importantes da Rio 92 estão a Declaração de Florestas, na qual o Brasil se engajou para evitar risco de maior ingerência sobre território nacional, particularmente sobre a Amazônia, e a Carta da Terra, que delineava princípios éticos fundamentais para a promoção de uma sociedade mais justa.

Em relação à documentos de caráter vinculante, foram assinadas convenções sobre alguns temas específicos relacionados ao meio ambiente. A mais conhecida foi a Convenção-quadro sobre Mudanças do Clima, que visa a estabilização da concentração dos gases causadores do efeito estufa por meio de tratados complementares que estabelecem metas específicas, como o Protocolo de Quioto, de 1997, e o Acordo de Paris, de 2015. Também foi assinada a Convenção sobre Diversidade Biológica, cujos objetivos são a conservação da biodiversidade, o seu uso sustentável e a distribuição justa e equitativa dos benefícios advindos do uso econômico. Nessa temática, dois protocolos posteriores são importantes: o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, de 2000, que estabelece o princípio da precaução em relação ao uso de novas tecnologias (em particular, de organismos geneticamente modificados), e o Protocolo de Nagoya, de 2010, que busca criar maior segurança e transparência legal para a repartição de benefícios. A Convenção sobre combate à desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas, apesar de surgir de fato apenas em 1994, é um desdobramento das discussões da CNUMAD e visa soluções qualitativas para as demandas socioambientais dos espaços áridos, semiáridos e subúmidos secos, particularmente onde residem as populações mais pobres do planeta. O Brasil é parte de todas essas convenções e protocolos, com exceção do Protocolo de Nagoya, que ainda não foi ratificado.

Claudia Comenta: Pronomes

Você consegue identificar com facilidade os referentes dos pronomes em um texto? Conhece as diferentes formas que os pronomes aparecem no texto? Com a 1ª Fase do CACD 2017 chegando, é importante que os candidatos tenham confiança nesses pontos gramaticais essenciais para não perder pontos preciosos!

A professora Claudia Simionato separou e comentou algumas questões do CESPE sobre o uso de pronomes para ajudar na sua preparação na reta final para o CACD 2017. Confira!
(OBS: os textos e questões comentados estão disponíveis após o vídeo)

 

CACD 2003

pron01

Julgue os itens a seguir, que se referem às ideias e às estruturas do texto acima.

De acordo com a norma padrão do português, é correta a substituição de “cujos verbetes” (l.2) por do qual os verbetes.

Gabarito: CERTO

CACD 2016

pron02.jpg

Julgue (C ou E) o item seguinte, relativos a acentuação de palavras e a aspectos gramaticais do texto IV.

Os pronomes demonstrativos “isso” (l.47) e “esse” (l.48) retomam, respectivamente, o sentido de julgar e decompor as obras e o de processo.

Gabarito: ERRADO

CACD 2016

pron02.1

No excerto apresentado, são exemplos do uso da linguagem formal escrita: a construção com o pronome relativo “cujos” (R.56) e o emprego da forma verbal “faça” na oração “antes que eu o faça” (R. 60 e 61).

Gabarito: CERTO

CACD 2014

pron03

Nos trechos “E dentro dela rugia a seiva, a força que através de verdes fusos dá vida à flora e à fauna” (l.26-28) e “E a voz, que a princípio chegava a doer-lhe nos ouvidos, alta demais” (l.30-31), os pronomes relativos “que” introduzem orações de naturezas diferentes, sendo a primeira de caráter restritivo, e a segunda, de caráter explicativo.

Gabarito: CERTO

CACD 2011

pron04.png

Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto, julgue (C ou E) os itens subsequentes.

A elipse em “nem que estará” (l.18) e o emprego do pronome anafórico “ele” (l.20) são mecanismos de coesão utilizados para referenciar o substantivo “Oscar” (l.18).

Gabarito: CERTO

CACD 2003

pron05.png

Julgue os itens seguintes, referentes à conceituação de poder expressa no texto II.

O pronome “lhe” (R.6) refere-se a “(d)o fato poder” (R.5).

Gabarito: CERTO

Sugestão de leitura: relatório Tendências Globais 2016 da ACNUR

A Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) publicou hoje o relatório Tendências Globais 2016 sobre deslocamentos forçados de pessoas ao redor do mundo. O relatório é tradicionalmente divulgado no Dia Mundial dos Refugiados para informar e alertar a comunidade internacional sobre o problema dos refugiados e dos deslocados internos. A publicação contou com dados fornecidos tanto por governos locais, quanto por parceiros e por levantamentos da própria ACNUR. Como migração e mobilidade internacional são temas recorrentes no CACD, o blog Sapi recomenda que todos os candidatos confiram os principais dados levantados pela ACNUR. E, para dar aquela ajudinha nesse momento pré-TPS, trouxemos um pequeno resumo sobre algumas informações fundamentais presentes no relatório deste ano.

Os dados relativos a 2016 demonstram que o deslocamento forçado no mundo aumentou novamente no último ano, alcançando a marca recorde de 65.6 milhões de indivíduos deslocados. Apesar disso, a tendência de redução no ritmo do crescimento de novos deslocados continua: em 2014 (no seu auge), foram aproximadamente 30 novos migrantes por minuto; em 2015, esse número caiu para 24 e em 2016, chegou a 20 por minuto. Em números absolutos, foram 10.3 milhões de novos deslocados (sendo 6.9 milhões internos). No caminho inverso, os números também foram expressivos: 6.5 milhões de deslocados internos retornaram às suas regiões de origem, assim como mais de 550 mil refugiados. Mais de 60% do total de deslocados (cerca de 40.3 milhões) são internos, ou seja, não ultrapassaram as fronteiras de seus países, e mais da metade do total são menores de 18 anos.

Uma das mudanças mais significativas desse relatório em relação a 2015 diz respeito aos países emissores de refugiados. Síria e Afeganistão mantêm-se como os dois maiores emissores de refugiados, correspondendo 5.5 e 2.5 milhões de deslocados, respectivamente. Em terceiro lugar encontra-se hoje o Sudão do Sul, que apresenta o crescimento mais acelerado de população refugiada: aumento de 64% apenas na segunda metade de 2016, passando de 854 mil para mais de 1.4 milhões de deslocados. (majoritariamente crianças). A situação do Sudão do Sul é particularmente alarmante quando considerada a relação entre população deslocada e população total. Para cada mil habitantes, há quase 300 deslocados, razão inferior apenas à da Síria (mais de 600 deslocados por mil habitantes). Esses três países correspondem a 55% do total de refugiados no mundo.

Entre os países receptores, o panorama também manteve-se estável em relação aos anos anteriores, com Turquia, Paquistão e Líbano sendo os maiores receptores dessa população (2.9, 1.4 e 1.0 milhões, respectivamente) – o que reforça a importância do fator distância para migrações internacionais forçadas. Nove dos 10 maiores recebedores de refugiados continuam sendo países de baixo e médio desenvolvimento, o que gera preocupações relativas às capacidades econômicas desses Estados em receberem essa população adequadamente. Um fator interessante foi a diminuição do número total de refugiados no Paquistão em relação a 2015: de 1.6 para 1.4 milhão, majoritariamente relacionados a retornos (lembrando que os refugiados no país são quase que exclusivamente afegãos). O Líbano também apresentou uma pequena redução, que o relatório credita a um acerto de dados disponíveis e reassentamentos.

Mudanças expressivas também em relação aos deslocados internos. Pela primeira vez desde 2011, o número de retornos superou o número de novos deslocados: 6.5 milhões de retornos contra 5.5 novos deslocados. O relatório ressalva, entretanto, que muitos desses retornos ocorrem em condições precárias ou sem grandes mudanças em relação à situação que originou o deslocamento inicialmente. A Colômbia ocupa novamente o posto de detentora da maior população deslocada internamente, com 7.4 milhões (aumento de meio milhão em relação ao ano anterior), superando a Síria (6.3 milhões) e o Iraque (3.6 milhões), que alcançou a impressionante marca de 1.4 milhões de retornos no último ano.

Agora que você já tem um panorama das informações, não deixe de conferir o relatório completo Tendências Globais 2016 da ACNUR, pois é um tema sempre quente para o CACD!

Guerras Árabe-Israelenses

No dia 5 de junho de 1967, teve o início a Guerra dos 6 Dias, também conhecida como 3a Guerra Árabe-Israelense, que provocou mudanças profundas na dinâmica geopolítica do Oriente Médio. Para marcar os 50 anos desse conflito, o blog Sapi preparou um pequeno resumo dos principais conflitos entre Israel e os países árabes vizinhos.

1a Guerra Árabe-Israelense (1948)

Também conhecida como a Guerra de Independência de Israel, o conflito tem suas origens nas negociações para a resolver a questão do mandato da Palestina. A migração de judeus para o território administrado pela Grã-Bretanha vinha se intensificando desde a Primeira Guerra Mundial e contava com a anuência da potência europeia e gerava fortes reações contrárias dos povos árabes vizinhos. A posição britânica, entretanto, altera-se durante a Segunda Guerra Mundial, quando passa a querer aproximar-se dos países árabes do entorno para garantir recursos para o esforço de guerra e afastar a influência da Alemanha nazista, o que leva a Grã-Bretanha a restringir a entrada de judeus no território palestino, gerando, em contrapartida, oposição da comunidade judaica.

O recrudescimento de tensões na região no pós-guerra levou a Grã-Bretanha a anunciar a decisão de entregar o mandato à ONU, pois não conseguia controlar as forças desestabilizadoras da região. Passa a ser defendida a Solução de 2 Estados, na qual o território palestino seria dividido entre árabes e israelenses para a formação de Estados independentes. A resolução 181, de 1947, é aprovada pela ONU com apoio de Estados Unidos e União Soviética, mas com clara oposição dos países árabes, que veem a população árabe desprivilegiada na divisão territorial. Em meio a essas tensões, a Grã-Bretanha deixa o território, criando um vazio de poder aproveitado por Israel para declarar sua independência no dia 14 de maio de 1948. No dia seguinte, uma Liga Árabe formada por Transjordânia, Egito, Síria, Líbia e Iraque, declaram guerra a Israel.

A falta de coesão dos Estados árabes, cujos países estavam em processo de construção de suas próprias identidades e mais preocupados com interesses nacionalistas que na defesa de um sentimento pan-árabe, auxilia na vitória de Israel e nos amplos ganhos territoriais conquistados (cerca de 20 mil quilômetros). Além de demonstrar a fraqueza do panarabismo e exacerbar os nacionalismos regionais (em particular no Egito), o conflito gerou também a questão dos refugiados palestinos, que são proibidos de retornar ao território conquistado por Israel. Por meio da resolução 302, de 1948, a ONU criou a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, em inglês) para auxiliar no desenvolvimento e na promoção de assistência humanitária a esses refugiados.

2a Guerra Árabe-Israelense (1956)

O nacionalismo egípcio, fortalecido após o primeiro conflito com Israel, possibilita a chegada ao poder de Gamal Abdel Nasser, em 1954. Com o intuito de criar uma esfera de influência para o Egito que compreendesse o Oriente Médio e o norte da África, Nasser busca se afirmar frente França e Grã-Bretanha que, apesar de terem ingerência na região, estavam em processo de declínio. Para isso, Nasser promove a nacionalização do canal de Suez, em 1956, controlado pelos britânicos, dificultando o trânsito entre o Mediterrâneo e o Oceano Índico, rota tradicional das potências europeias. Devido à rivalidade crescente com Israel e a percepção de que o Estado judeu era uma ameaça regional, Nasser também fecha o estreito de Tiran, impedindo a ligação de Israel com o Mar Vermelho. Como reação às medidas de Nasser, França, Grã-Bretanha e Israel atacam a zona do canal.

A resolução do conflito ocorreu mais pelo viés político que pelo militar. Estados Unidos e União Soviética colocam-se contra a ação de França, Grã-Bretanha e Israel, primeira vez que as superpotências têm uma ação concertada na ONU. A posição comum, contudo, tem motivos divergentes: a URSS via a ação militar como uma projeção do imperialismo ocidental e queria aproximar-se dos países árabes; os Estados Unidos queriam conter o fortalecimento da URSS na região e, para isso, precisavam substituir o protagonismo britânico no Golfo Pérsico. A resolução 1001, de 1956 do Conselho de Segurança estabelece a retirada das forças invasoras do canal de Suez e o estabelecimento de uma Força de Emergência das Nações Unidas para manter a paz entre Egito e Israel na região. O conflito marcou uma vitória política de Nasser (apesar da derrota militar), o que fortaleceu não só sua posição frente aos países árabes vizinhos como também a questão palestina e a necessidade de criação do Estado Palestino. A guerra marcou também o ocaso da ingerência das potencias europeias tradicionais na região (França e Grã-Bretanha) e a maior participação das superpotências nos assuntos do Oriente Médio.

3a Guerra Árabe-Israelense (1967)

A chamada Guerra dos 6 Dias foi o conflito mais curto entre Israel e seus vizinhos árabes, porém trouxe profundas mudanças para a dinâmica regional. Com o fortalecimento do nacionalismo pan-árabe na figura de Nasser após a Crise de Suez, a questão palestina também ganhou novos contornos. Em 1959, foi criado o Fatah, movimento de tradição secular e que buscava a instituição do Estado palestino, e em 1964, durante a Conferência do Cairo, foi criada a Organização para a Libertação Palestina (OLP), que buscava a libertação da Palestina, não reconhecendo Israel nem aceitando a solução de Dois Estados. Esse fortalecimento do nacionalismo pan-árabe levou Israel a empreender uma ofensiva preventiva contra os vizinhos, visando resguardar a área core do país contra uma possível investida de Nasser.

Durante a “guerra relâmpago”, Israel conquistou amplos ganhos territoriais, em muito devido à incapacidade de reação dos países árabes. Israel passa a ocupar os territórios egípcios da Faixa de Gaza e da Península do Sinai, retoma o território da Cisjordânia (que havia sido negociado com a Jordânia no contexto da 1a guerra árabe-israelense) e ocupa também as Colinas de Golã, da Síria. A ação israelense é condenada pela ONU por meio da resolução 242, de 1967, na qual a organização exige a retirada completa desses territórios, até hoje não cumprido pelo governo israelense (apenas a Península do Sinai foi devolvida ao Egito). Reunidos na Conferência de Cartum no mesmo ano, oito países árabes (Egito, Síria, Jordânia, Líbano, Iraque, Argélia, Kuawit e Sudão) respondem diplomaticamente à agressão israelense por meio do Discurso dos 3 Nãos, onde afirmam que não declararão paz com Israel, não reconhecerão o Estado de Israel e não negociarão com Israel. O conflito gerou nova onda de refugiados, em particular para a Jordânia, criando ainda mais instabilidade para o país, e também causou o fortalecimento da OLP e do Fatah, que chega à presidência da OLP com Yasser Arafat.

4a Guerra Árabe-Israelense (1973)

Conhecido como Guerra do Yom Kippur, o conflito tinha como motivação principal o desejo do Egito e da Síria em recuperar os territórios perdidos durante a Guerra dos 6 Dias (Península do Sinai e Colinas de Golã, respectivamente) e foi influenciado pela ascensão de um novo líder no Egito, o conservador Anwar Sadat, após a morte de Nasser em 1970. As ofensivas ocorreram durante o ano novo judeu (Yom Kippur) e surpreendem Israel, que inicialmente sofreu derrotas significativas, mas conseguiram reverter a situação, chegando inclusive a conquistas mais territórios, como parte da margem oeste do canal de Suez.

A grande inovação desse conflito foi o uso do petróleo como arma política pelos países árabes. Apesar de não participarem diretamente do teatro de guerra, os países vizinhos promovem, por meio da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), uma restrição às exportações de petróleo, aumentando significativamente o preço no mercado internacional. A crise energética e econômica gerada por essa restrição leva não somente à perda de credibilidade sistêmica dos Estados Unidos como também a maior vontade de negociação e ingerência por parte de Washington nos assuntos da região. Em 1974, é alcançado um acordo de paz entre as partes, que leva à desocupação do Canal de Suez, e, em 1978, por meio do Acordo de Camp David, há o reconhecimento de Israel por parte do Egito e a devolução da Península do Sinai.

Apesar do desfecho negociado, a instabilidade na região permanece. Sadat é assassinado por um nacionalista extremista por ter aceitado os termos do acordo com Israel, o Líbano imerge-se em uma longa e custosa guerra civil e há um fortalecimento dos fundamentalismos na região, exemplificado pela Revolução Iraniana, de 1979. A questão entre árabes e israelenses passa a ter um foco maior na questão palestina propriamente dita, sob a liderança da OLP e de Yasser Arafat. Os países árabes do entorno mantêm o apoio à causa palestina e a rejeição ao Estado de Israel, porém os conflitos passam a voltar-se mais para a resolução das questões pendentes em relação ao antigo território do mandato da Palestina e aos Estados que ali buscaram se estabelecer.

 

Todd’s Challenge: answer key

Hello, hello! We’re back with the answer key for our Summary Challenge.
(If you missed the challenge, you can see the test here)

Bach on _X_ record

Play it again

How _X_ recordings have changed _X_ perceptions of _X_ classical music
Sep 15th 2012 | from the print edition

In 1955 _X_ Glenn Gould, a Canadian keyboard genius noted for his interpretations of _X_ Johann Sebastian Bach, made an iconic record of _THE_ composer’s “Goldberg Variations”. It was _X_ one of _THE_ first commercial long-playing discs, _THE_ latest technology for _X_ capturing and replaying music. Soon afterwards he announced that he was giving up _X_ live performance to devote himself entirely to _X_ recording, a remarkably bold decision at a time when _X_ musicians’ reputations were made principally in _THE_ concert hall. Gould stuck to his guns, and his career continued to flourish. In 1981, just before _X_ compact discs took over from _X_ black vinyl, he made another record of _THE_ same piece to mark his 50th birthday _THE_ following year. _THE_ critics fell over themselves to praise it. He died a few days after it was released, having suffered _X_ ill health and _X_ psychological problems for most of his life.

Paul Elie uses _THE_ story of _X_ Gould, along with those of _X_ other outstanding musicians, to argue that _THE_ age of _X_ recordings has allowed _X_ Bach’s music to be reinvented by its interpreters, as well as making it available to everybody and for all _X_ time as “_THE_ ever-expanding collection of _X_ peak experiences”. _X_ Bach’s music, he says, derives its power in _X_ part from its quality of _X_ superabundance; and its superabundance has now been compounded by _X_ recordings.

Interest in Bach has waxed and waned since his death in 1750, and 60 years ago it was in a waning phase; the conductor and composer Leonard Bernstein said you “had to go to certain churches or special little concerts” (5.a) if you wanted to hear his music. (5.c) Mr Elie shows how the development of ever better recording techniques since then has allowed Bach to pop up everywhere, despite a supposed decline in the popularity of classical music (5.e): as a soundtrack to Walt Disney’s animated film, “Fantasia”; as part of the backing in some of the Beatles’ songs; even as a jingle in would-be classy television advertisements.

Albert Einstein, a huge fan of Bach’s, advised others to “listen, play, love, revere—and keep your mouth shut”. (5.b) Mr Elie, clearly every bit as much of an enthusiast, takes the first part of this advice but not the second. His is a book of epic sweep, like a novel made up of multiple strands. One such strand is the life of Albert Schweitzer, a doctor, humanitarian and musician who devoted most of his time to providing medical services to the poor in Africa. In 1935 he made the first recording, on a wax cylinder, of Bach’s sublime “Toccata and Fugue in D Minor” for organ (5.d) (Bach’s authorship of which, ironically, has been called into question by some scholars (6.a)), followed by many other Bach pieces on different media.

Another character is Pablo Casals, one of the 20th century’s greatest cellists, who, at the age of 13, discovered a copy of Bach’s six suites for unaccompanied cello (until then forgotten) in a music shop in Barcelona. He proceeded to play the suites almost daily for the rest of his long life, but did not record them until 45 years later. Leopold Stokowski was already a famous conductor with many recordings to his name when he talked Disney into opening “Fantasia” to the sound of the “Toccata and Fugue in D Minor”. Yo-Yo Ma, another outstanding cellist, played Bach at the memorial for his friend Steve Jobs of Apple, who felt a strong affinity with the composer. Interspersed among all these tales of glittering 20th-century musical figures are scenes from Bach’s own personal and professional life (6.b).

Mr Elie deploys considerable scholarship (the more notable since his previous book, about four modern American Catholics who made literature out of their search for God, had nothing to do with music), and he writes beautifully (6.c). He makes a strong case that within less than a century a succession of new recording media—from the wax cylinder to the 78, the LP, various kinds of tape, the CD and now the computer—have brought Bach’s music, in multiple versions, to vast numbers of new listeners at the press of a button. It is a luxury previously unavailable even to princes, who in order to enjoy live performances had to employ entire orchestras. Recording technology has made a monarch of everyone (6.d). A chapter or two into the book, you will find yourself reaching out for your “Goldberg Variations”.

Grammar

1. Filling in the blanks with “the” where necessary.

TPS Questions

1. The expression “waxed and waned” in paragraph 3 can best be replaced by:

a) ebbed and flowed
b) risen and fallen
c) come and gone
d) leaped and bounded
e) ranted and raved

2. Determine if the following statements are true or false (expressions in yellow).

a) The expression stuck to his guns can best be replaced by stood his ground. TRUE
b) The expression fell over themselves can best be replaced by went to great lengths. TRUE
c) The expression pop up can best be replaced by crop up. TRUE
d) The expression deploys considerable scholarship can best be replaced by envisions formidable learnedness. FALSE

3. The term outstanding in paragraph 2 can best be replaced by:

a) overwhelming
b) outperformed
c) stupendous
d) incredulous
e) flustered

4. Determine if the following statements are true or false (terms are highlighted in blue).

a) The term “since” could best be replaced by “because of”. FALSE
b) The term “ever” is used to exemplify the quality level of the recording techniques. TRUE
c) The term “despite” can best be replaced by “notwithstanding”. FALSE
d) The expression “would-be” can best be replaced by “up and coming”. FALSE

5. Determine which of the following statements is true.

a) Within the past 60 years, Bach’s compositions were rarely heard in public at large.
b) Einstein adamantly rebuffed any formidable criticism of Bach’s works.
c) Bernstein expressed that Bach’s music was more well-fit for religious services and local orchestral shows.
d) Schweitzer was the first musician to successfully record Bach’s music on black vinyl before CDs overtook the music market.
e) Advances in technology opened the door for Bach’s music in more modern media sources, even though admiration for classical music was on the wane.

6. Determine if the following statements are true or false.

a) According to some scholars, Bach’s music composed for the cello is of dubious origin. FALSE
b) Bach fancied the inclusion of his own personal affairs within his symphonic compositions. FALSE
c) Paul Elie has produced important Bach recordings on medias including the wax cylinder, black vinyl, and CDs. FALSE
d) Those artists who have recorded Bach’s musical scores have taken on royal status within the music market. FALSE

Todd’s Challenge: TPS Exercises

Hello! Hello! So, let’s think a bit about the TPS, shall we? There is always some random text on the TPS that seems not to have any relevance whatsoever to International Relations. This is not to freak you out, but rather to see if you can deal with the English language in any style, shape, or form. So let’s see how you do with this one!

Good Luck!
Todd

Text:

bach

Bach on ______ record

Play it again

How ______ recordings have changed ______ perceptions of ______ classical music
Sep 15th 2012 | from the print edition

In 1955 ______ Glenn Gould, a Canadian keyboard genius noted for his interpretations of ______ Johann Sebastian Bach, made an iconic record of ______ composer’s “Goldberg Variations”. It was ______ one of ______ first commercial long-playing discs, ______ latest technology for ______ capturing and replaying music. Soon afterwards he announced that he was giving up ______ live performance to devote himself entirely to ______ recording, a remarkably bold decision at a time when ______ musicians’ reputations were made principally in ______ concert hall. Gould stuck to his guns, and his career continued to flourish. In 1981, just before ______ compact discs took over from ______ black vinyl, he made another record of ______ same piece to mark his 50th birthday ______ following year. ______ critics fell over themselves to praise it. He died a few days after it was released, having suffered ______ ill health and ______ psychological problems for most of his life.

Paul Elie uses ______ story of ______ Gould, along with those of ______ other outstanding musicians, to argue that ______ age of ______ recordings has allowed ______ Bach’s music to be reinvented by its interpreters, as well as making it available to everybody and for all ______ time as “______ ever-expanding collection of ______ peak experiences”. ______ Bach’s music, he says, derives its power in ______ part from its quality of ______ superabundance; and its superabundance has now been compounded by ______ recordings.

Interest in Bach has waxed and waned since his death in 1750, and 60 years ago it was in a waning phase; the conductor and composer Leonard Bernstein said you “had to go to certain churches or special little concerts” if you wanted to hear his music. Mr Elie shows how the development of ever better recording techniques since then has allowed Bach to pop up everywhere, despite a supposed decline in the popularity of classical music: as a soundtrack to Walt Disney’s animated film, “Fantasia”; as part of the backing in some of the Beatles’ songs; even as a jingle in would-be classy television advertisements.

Albert Einstein, a huge fan of Bach’s, advised others to “listen, play, love, revere—and keep your mouth shut”. Mr Elie, clearly every bit as much of an enthusiast, takes the first part of this advice but not the second. His is a book of epic sweep, like a novel made up of multiple strands. One such strand is the life of Albert Schweitzer, a doctor, humanitarian and musician who devoted most of his time to providing medical services to the poor in Africa. In 1935 he made the first recording, on a wax cylinder, of Bach’s sublime “Toccata and Fugue in D Minor” for organ (Bach’s authorship of which, ironically, has been called into question by some scholars), followed by many other Bach pieces on different media.

Another character is Pablo Casals, one of the 20th century’s greatest cellists, who, at the age of 13, discovered a copy of Bach’s six suites for unaccompanied cello (until then forgotten) in a music shop in Barcelona. He proceeded to play the suites almost daily for the rest of his long life, but did not record them until 45 years later. Leopold Stokowski was already a famous conductor with many recordings to his name when he talked Disney into opening “Fantasia” to the sound of the “Toccata and Fugue in D Minor”. Yo-Yo Ma, another outstanding cellist, played Bach at the memorial for his friend Steve Jobs of Apple, who felt a strong affinity with the composer. Interspersed among all these tales of glittering 20th-century musical figures are scenes from Bach’s own personal and professional life.

Mr Elie deploys considerable scholarship (the more notable since his previous book, about four modern American Catholics who made literature out of their search for God, had nothing to do with music), and he writes beautifully. He makes a strong case that within less than a century a succession of new recording media—from the wax cylinder to the 78, the LP, various kinds of tape, the CD and now the computer—have brought Bach’s music, in multiple versions, to vast numbers of new listeners at the press of a button. It is a luxury previously unavailable even to princes, who in order to enjoy live performances had to employ entire orchestras. Recording technology has made a monarch of everyone. A chapter or two into the book, you will find yourself reaching out for your “Goldberg Variations”.

Grammar

1. Filling in the blanks with “the” where necessary.

TPS Questions

1. The expression “waxed and waned” in paragraph 3 can best be replaced by:

a) ebbed and flowed
b) risen and fallen
c) come and gone
d) leaped and bounded
e) ranted and raved

2. Determine if the following statements are true or false (expressions in yellow).

a) The expression stuck to his guns can best be replaced by stood his ground.
b) The expression fell over themselves can best be replaced by went to great lengths.
c) The expression pop up can best be replaced by crop up.
d) The expression deploys considerable scholarship can best be replaced by envisions formidable learnedness.

3. The term outstanding in paragraph 2 can best be replaced by:

a) overwhelming
b) outperformed
c) stupendous
d) incredulous
e) flustered

4. Determine if the following statements are true or false (terms are highlighted in blue).

a) The term “since” could best be replaced by “because of”.
b) The term “ever” is used to exemplify the quality level of the recording techniques.
c) The term “despite” can best be replaced by “notwithstanding”.
d) The expression “would-be” can best be replaced by “up and coming”.

5. Determine which of the following statements is true.

a) Within the past 60 years, Bach’s compositions were rarely heard in public at large.
b) Einstein adamantly rebuffed any formidable criticism of Bach’s works.
c) Bernstein expressed that Bach’s music was more well-fit for religious services and local orchestral shows.
d) Schweitzer was the first musician to successfully record Bach’s music on black vinyl before CDs overtook the music market.
e) Advances in technology opened the door for Bach’s music in more modern media sources, even though admiration for classical music was on the wane.

6. Determine if the following statements are true or false.

a) According to some scholars, Bach’s music composed for the cello is of dubious origin.
b) Bach fancied the inclusion of his own personal affairs within his symphonic compositions.
c) Paul Elie has produced important Bach recordings on medias including the wax cylinder, black vinyl, and CDs.
d) Those artists who have recorded Bach’s musical scores have taken on royal status within the music market.

Encontro ao vivo: Raio-X do edital do CACD 2017

Se você se surpreendeu com as mudanças do edital do CACD 2017, publicado hoje, não se preocupe porque o Curso Sapientia vai te ajudar! Já fizemos um resumo do edital aqui no blog Sapi e vamos promover um ENCONTRO AO VIVO com nossos professores, que vão analisar as principais alterações trazidas pelo edital desse ano.

Vamos fazer um verdadeiro raio-X do edital, para que você não perca nenhum detalhe que possa fazer a diferença na sua preparação nessa reta final.

Montamos um time incrível para comentar as mudanças do edital do CACD 2017: Priscila Zillo, Guilherme Casarões (PI), Rodrigo Goyena (História do Brasil), Leonardo Bento (PI) e Emanuel Sebag (Economia) vão analisar como as mudanças da prova desse ano podem impactar o concurso e a preparação dos candidatos no período pré-1ª fase.

Não perca essa oportunidade! O nosso encontro ao vivo acontece HOJE, às 19 horas. Para participar não precisa de cadastro: basta acessar a sala virtual [clicando AQUI] às 19 horas. Te esperamos lá!

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SAIU O EDITAL DO CACD 2017!

O dia começou com a notícia que todo mundo estava esperando: saiu o edital para o Concurso de Admissão à Carreira Diplomática 2017!

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Como a portaria já tinha anunciado, o CACD 2017 vai ser diferente e edital comprovou isso trazendo ainda mais mudanças. Então vamos fazer um Raio-X do edital para você não perder nenhum detalhe importante.

  • 30 vagas (2 reservadas a candidatos com deficiência e 6 reservadas a cotas racias)
  • Taxa de inscrição: R$225,00
    • Data de inscrição: 10 horas do dia 23 de junho de 2017 até 23 horas e 59 minutos do dia 10 de julho de 2017
  • Data provável para aplicação da 1ª fase: 13 de agosto de 2017 (domingo)

    • Serão cobradas apenas questões de Certo ou Errado (total de 73 questões)

IMPORTANTE! A 1ª Fase está bem diferente. A prova será dividida em duas partes iguais, de 3 horas cada , e a divisão de questões por matéria ficou a seguinte:

  • Língua Portuguesa: 10 questões
  • Língua Inglesa: 9 questões
  • História do Brasil: 11 questões
  • História Mundial: 11 questões
  • Política Internacional: 12 questões
  • Geografia: 6 questões
  • Noções de Economia: 8 questões
  • Noções de Direito e Direito Internacional Público: 6 questões

OBS: Não foi especificada como será a divisão de matérias por turno (manhã e tarde) no dia da prova objetiva.

A Comissão de Verificação da autodeclaração dos candidatos negros ocorrerá no período provável de 8 a 10 de setembro em Brasília/DF a expensas do candidato.

  • Datas prováveis para aplicação da 2ª fase:

    • Língua Portuguesa: 30 de setembro de 2017 (sábado)
    • Língua Inglesa: 01 de outubro de 2017 (domingo)
  • Datas prováveis para aplicação da 3ª fase:
    • Política Internacional: 06 de outubro (sexta-feira)
    • História do Brasil: 06 de outubro (sexta-feira)
    • Geografia: 07 de outubro (sábado)
    • Noções de Economia: 07 de outubro (sábado)
    • Noções de Direito e Direito Internacional Público: 08 de outubro (domingo)
    • Língua Francesa e Língua Espanhola: 08 de outubro (domingo)

OBS: as provas de Francês e Espanhol consistirão, respectivamente, de elaboração de resumo, em francês e espanhol, a partir de texto escrito na língua estrangeira, e de versão de um texto do português para o francês e para o espanhol.

  • Calendário provável de recursos e resultados:
    • Gabarito preliminar da Primeira Fase: 15 de agosto (recursos nos dias 16 e 17 de agosto)
    • Resultado final da Primeira Fase: 31 de agosto
    • Resultado preliminar da Segunda Fase: 25 de outubro (recursos nos dias 26 e 27 de Outubro)
    • Resultado final da Segunda Fase: 17 de novembro
    • Resultado preliminar da Terceira Fase: 18 de novembro (recursos nos dias 18 e 19 de novembro)
    • Aprovação e classificação final no concurso: 1º de dezembro

IMPORTANTE! O CACD 2017 também teve algumas mudanças no conteúdo programático de Economia e PI, mas vamos detalhar essas mudanças em outro post.

É isso! O CACD 2017 já começou com tudo! E o Curso Sapientia quer ajudar na sua aprovação! Já estão abertas as matrículas para o curso Maratona 1ª Fase! Descubra como fazer uma revisão intensiva verdadeiramente eficiente no curso on-line que mais contribuiu para a aprovação de diplomatas nos últimos anos, com a certeza de que seu tempo e dinheiro serão bem investidos nesta reta final da preparação.

O objetivo do Maratona 1ª Fase é direcionar os estudos do aluno que busca uma revisão de conteúdo para a primeira fase do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD). O foco do curso é uma revisão temática com resolução de questões objetivas que seguem o mesmo formato do TPS, com destaque para os assuntos mais recorrentes nas provas do CACD.

O curso Maratona 1ª Fase é composto por 9 módulos (disciplinas) que abrangem absolutamente tudo que você precisa para a 1ª Fase do CACD 2017. Os módulos podem ser adquiridos separadamente, mas a modalidade completa garante uma revisão específica e pragmática de todas as matérias do CACD. É a melhor revisão para a 1ª Fase e está com condições especiais para os primeiros inscritos!

Quer saber mais? Clique na imagem abaixo e conheça tudo sobre a Maratona 1ª Fase!

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3 Perguntas: Tenentismo

As Forças Armadas foram um importante ator na política interna brasileira em diversos momentos centrais da história do país, como, por exemplo, na proclamação da Primeira República. Um movimento militar que também trouxe consequências importantes para a política nacional foi o movimento Tenentista.

Você sabe o que foi o Tenentismo? O professor Rodrigo Goyena respondeu 3 Perguntas sobre esse assunto para ajudar na sua revisão rumo ao CACD 2017!
OBS: você já conhece o curso de revisão do Sapientia, o Maratona 1ª Fase? Saiba mais sobre o CACD 2017 e como o Sapientia pode te ajudar a conquistar seu sonho de ser diplomata!

1) O que foi o movimento tenentista?
2) Quais as principais motivações para o movimento?
3) Qual a participação dos tenentistas no fim da Primeira República?