Três perguntas sobre Clarice Lispector no CACD

A escritora Clarice Lispector é presença recorrente na primeira fase do CACD. Diversos de seus textos – desde crônicas até trechos de romances – já foram temas de questões objetivas. O estilo aparentemente simples da autora oculta, na verdade, um grau de complexidade compatível com a exigência da banca. Assista às dicas do professor de Português e Literatura Ivo Yonamine.

Objetivo de Desenvolvimento Sustentável Nº 12: Consumo Responsável

O Brasil figura como um dos grandes atores internacionais pela defesa de mecanismos regulatórios para a proteção do meio ambiente e para a promoção do desenvolvimento sustentável. Entre esses mecanismos, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados em setembro de 2015 como consequência da Conferência Rio+20, surgem para orientar as políticas públicas dos países-membros em prol do desenvolvimento sustentável nos próximos 15 anos.

O Consumo e Produção Responsáveis é um dos novos objetivos e estabelece mudanças não só na ordem produtiva, mas também na demanda da sociedade, evitando desperdício, por exemplo. A análise de João Antônio Santos de Lima para o CEIRI explica algumas ações já postas em prática pelo Brasil para promover esse objetivo e quais as principais dificuldades encontradas até o momento.

Clique aqui para acessar o texto mencionado.

 

Três perguntas sobre o Corolário Roosevelt

O Corolário Roosevelt (1904) é uma das interpretações dadas à Doutrina Monroe (1823). Essa orientação buscava legitimar as intervenções militares dos EUA como defensivas e preventivas, já que o uso da força tinha como objetivo a preservação da ordem e não a conquista de territórios.

No vídeo desta semana, o professor de História Mundial Luigi Bonafé fala de três aspectos relacionados ao tema: o que foi, a reação do Brasil e a posição brasileira em relação à independência do Panamá.

A explicação dá uma visão geral do assunto, mas não é suficiente para cobrir o tópico. Para aprofundar o seu conhecimento, leia o artigo Corolário Roosevelt à Doutrina Monroe do professor Luigi.

 

 

Três perguntas sobre o bicentenário da Argentina

A Argentina celebra, no dia 9 de julho, 200 anos de independência. Se as relações do Brasil com a nação hermana já são, por si só, um dos tópicos preferidos da banca do CACD, neste ano devemos redobrar a atenção.

No vídeo desta semana, o professor de História Mundial Filipe Figueiredo responde as seguintes questões sobre o tema:

1) Por qual motivo se celebra a independência da Argentina no dia 9 de julho?

2) Qual o histórico da agenda positiva nas relações Brasil – Argentina?

3) Qual o histórico de rivalidade entre Brasil e Argentina?

 

Três perguntas sobre Imunidade de Jurisdição de Estados e Organizações Internacionais

Imunidade é um dos temas mais interessantes do Direito Internacional, tanto pela ampla jurisprudência nas cortes brasileiras e internacionais, quanto pela grande chance de ser cobrada no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD). Por isso, o professor de Direito Internacional do Curso Sapientia, Paulo Henrique Portela, faz uma análise de alguns pontos fundamentais sobre o assunto.

  1. É possível processar um Estado estrangeiro no Judiciário brasileiro?
  2. É possível promover a execução do bem de um Estado estrangeiro no Brasil?
  3. Os mesmos critérios relativos à imunidade de jurisdição do Estado aplicam-se a organizações internacionais?

 

Por dentro do Palácio Itamaraty no Rio

Por Maitê Marchandt Rabelo

Para os CACDistas do Rio de Janeiro ou para aqueles que estiverem de passagem pela Cidade Maravilhosa, um passeio fundamental é a visita ao Palácio Itamaraty, no centro da cidade.

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Fotos: Maitê Marchandt Rabelo

O Palácio Itamaraty foi um dos primeiros imóveis tombados pelo patrimônio histórico, em 1938, e continua sendo parte integrante do Ministério de Relações Exteriores. Atualmente, o prédio sedia o Escritório de Representação do MRE, o Museu Histórico e Diplomático, o Arquivo Histórico, a Biblioteca Histórica e a Mapoteca Histórica do Itamaraty e o Centro de História e Documentação Diplomática (CHDD), além de abrigar o Centro de Informações das Nações Unidas (ONU) no Brasil.

Além da arquitetura neoclássica e do belíssimo espelho d’água, rodeado de palmeiras imperiais, um dos grandes atrativos do Palácio é a possibilidade de visitar o Museu Histórico e Diplomático e percorrer as salas onde grandes nomes da diplomacia brasileira trabalharam. Ponto alto da visita para os aspirantes à carreira diplomática é, definitivamente, o gabinete do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira.

A equipe do Curso Sapientia visitou o Palácio Itamaraty e vai mostrar para vocês um pouco desse patrimônio nacional – uma excelente forma de motivar os árduos estudos para o CACD.

Mas antes, um pouco de história…

O Palácio Itamaraty teve sua construção finalizada em 1854. O projeto é atribuído a Jacinto Rebelo, arquiteto de renome do período imperial e um dos construtores do Palácio Imperial de Petrópolis, junto com Joaquim Cândido Guilhobel. O edifício cor de rosa foi encomendado pelo Conde de Itamaraty (Francisco José da Rocha Leão; 1806-1883), um rico comerciante português.

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Após a proclamação da República, o Palácio foi vendido ao governo republicano e atuou como sede do governo entre 1889 e 1898. A partir de 1899, tornou-se a sede do Ministério de Relações Exteriores até 1970, quando o corpo diplomático foi transferido para Brasília. Ainda assim, o prestígio e a atuação da diplomacia brasileira no período fazem com que o termo Itamaraty seja o cognome oficial do MRE.

Museu Histórico e Diplomático

Passear pelas salas e corredores do museu provoca uma sensação de estar de volta ao período mais ativo do Palácio Itamaraty, com seus eventos e negociações diplomáticas. A entrada do museu já permite um vislumbre do requinte do período: as escadarias da entrada são iluminadas por uma grande claraboia decorada que ilumina e enfeita o local. Para complementar, um busto de Alexandre de Gusmão, outro grande nome da diplomacia brasileira, cumprimenta os visitantes.

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A sala de entrada do museu presta homenagem aos moradores originais do edifício: Conde e Condessa do Itamaraty, representados nas pinturas da entrada. No interior, artigos e bustos de importantes figuras do período imperial compõe o ambiente.

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Uma das mais belas salas do museu é a sala de jantar, local de eventos oficiais ainda hoje. Decorada por pinturas que cobrem toda a extensão das paredes, toda a sala de jantar é iluminada pelas grandes portas que conduzem à varada e ao jardim interno.

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O jardim interno do Palácio Itamaraty é uma joia escondida do Rio de Janeiro. O espelho d’água ladeado de palmeiras imperiais adorna o prédio da biblioteca. Construído entre 1927 e 1930, o prédio da biblioteca fez parte de uma grande remodelação do palácio, em meio a outras reformas modernizantes na cidade.

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Para os CACDistas, a sala mais interessante é, obviamente, o gabinete do Barão do Rio Branco. Apesar de não ter o mesmo aspecto de quando o Barão ocupava diariamente (com livros e papéis por todos os lados), o gabinete continua sendo uma imponente imagem. Além da imagem do Barão atrás da mesa do gabinete, um quadro de Pedro Américo também decora o ambiente. Uma homenagem ao Barão está inscrita no roda-teto do gabinete, lembrando a vida e o trabalho do patrono da diplomacia brasileira: “Nesta sala, que foi, por muitos anos, o seu gabinete de trabalho, faleceu, a 10 de fevereiro de 1912, o grande Ministro das Relações Exteriores dos Estados Unidos do Brasil, José Maria da Silva Paranhos, o Barão do Rio Branco.”

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Há muito mais para ver e aproveitar no museu e no palácio. Para quem tiver interesse em visitar, aconselhamos ligar e agendar uma visita para evitar imprevistos. Para mais informações sobre o Palácio Itamaraty e sua história, além de fotos antigas, acesse o artigo sobre o prédio no site da FUNAG aqui.

Três perguntas sobre a prova de Português na primeira fase do CACD

Quem já fez a prova de primeira fase do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) sabe que o Cespe não está de brincadeira, principalmente em Português. Claudia Simionato, professora de Português do Curso Sapientia, trabalha na preparação dos futuros diplomatas há mais de dez anos. Ninguém melhor do que ela para falar sobre o exame.

Algumas dicas:

  • Os postulantes à carreira devem treinar a resolução da prova de Português no tempo máximo de 1h30;
  • Não adianta estudar apenas as regras gerais. É preciso saber também as especificidades;
  • Estudar um pouco de linguística e semântica ajuda o candidato a ter mais familiaridade com os textos.

Confira o vídeo abaixo e assine a TV Sapientia no youtube. Imperdível.

 

Cinco contas de líderes mundiais no Instagram e o que elas querem te mostrar

 Por Moniky Toscano

O mundo das redes sociais é um faz de contas. Disso a gente já sabe. As contas de presidentes e líderes mundiais não são diferentes. Selecionamos para vocês cinco casos de estudo bastante curiosos.

@za_putina

O presidente Russo Vladimir Putin não tem instagram, mas isso não significa que o líder russo não esteja presente na rede social. Há uma forte comunidade de apoio ao presidente que, mesmo sem a confirmação de Putin à reeleição em 2018, faz campanha em favor do querido presidente. Em russo.

Bônus: no Instagram, há outro perfil dedicado ao russo, o @putinspiration. Mas sem mais spoilers. A gente recomenda que você vá lá se divertir (depois das suas 10 horas de estudo diárias, claro).

 

@syrianpresidency

A conta da Presidência da República Árabe da Síria mostra a agenda do Presidente Bashar al-Assad, que, por sinal, é amiguinho de Putin. A conta seria cômica se não fosse trágica, porque as fotos nem de longe retratam a situação síria nos dias atuais. Al-Assad posa como altruísta e líder ocidental em boa parte das imagens, assim como a esposa dele, a inglesa Asma al-Assad.

bashar

#Pussad: quem shippa?

 

@bundeskanzlerin

Perfil oficial da Chanceler alemã Angela Merkel, que nos últimos 5 anos foi considerada a mulher mais poderosa do mundo pela lista Forbes.

Algumas curiosidades:

  • Merkel é doutorada e licenciada em Física;
  • A Chanceler tem o costume de colocar as mãos em forma de diamante. Ela admitiu que o gesto se trata de um hábito quando não sabe o que fazer com as mãos, porém esse costume foi muito importante em sua última campanha, quando o seu partido optou por colocar nos cartazes a imagem das mãos de Merkel com o slogan “A Alemanha em boas mãos”;
  • Durante a sua juventude fez parte da juventude comunista alemã;
  • Tem medo de cães.
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De propósito ou não, toda vez que Merkel visita a Rússia, ela é recebida por Putin e pelos cães do presidente russo.

 

@whitehouse

O perfil mostra o dia a dia do Presidente dos Estados Unidos, além de momentos engraçados e fofos, como o vídeo de seus cães ou de um garotinho que pede para tocar no cabelo do presidente americano só para ver se é igual ao dele. O carisma de Obama é inegável, e o que pouca gente sabe é que por trás de cada ação midiática há uma equipe de dados estudando o comportamento dos eleitores norte-americanos. Assim podemos considerar que Barack Obama é gente como a gente, só que com um pouco mais de poder.

 

@hhshkmohd

Perfil de Mohammed bin Rashid Al Maktoum, honorificamente chamado de Sheikh Mohammed, que atualmente é o primeiro-ministro e vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos,  além de ser emir de Dubai (emir é um título de nobreza, equivalente a príncipe, historicamente usado nas nações islâmicas do Oriente Médio). Ele é dono de 99,67% da Dubai Holding e possui uma grande coleção de veículos esportivos luxuosos.

Três Perguntas sobre a Corte Interamericana de Direitos Humanos

Esse tema cai e cai muito no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD). Neste vídeo, o professor de Direito Internacional do Curso Sapientia Paulo Henrique Portela esclarece as dúvidas mais comuns sobre o assunto.

1. É possível que o Brasil seja processado na Corte Interamericana de Direitos Humanos?
2. É possível que um brasileiro acione diretamente a Corte Interamericana de Direitos Humanos?
3. A sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos pode ser executada no Brasil?

Press play, futuro diplomata. 🙂